domingo, 28 de novembro de 2010

MVI_ALMOÇO.AVI

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O ALMOÇO .AVI

ALMOÇO.AVI

I DOMINGO DO ADVENTO: DIA DO SENHOR


INVOCAÇÕES: Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 28 de novembro de 2010.

Tema do Dia

Vigiai, porque não sabeis a que horas virá o Senhor!

I Domingo do advento
(roxo,creio,prefácio do Advento I - I semana do saltério)

Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura do livro do profeta Isaías, - Naqueles dias, 1 Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém: 2 No final dos tempos, o monte do Templo de Javé estará firmemente plantado no mais alto dos montes, e será mais alto que as colinas. Para lá correrão todas as nações. 3 Para lá irão muitos povos, dizendo: «Venham! Vamos subir à montanha de Javé, vamos ao Templo do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos, e possamos caminhar em suas veredas». Pois de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra de Javé. 4 Então ele julgará as nações e será o árbitro de povos numerosos. De suas espadas eles fabricarão enxadas, e de suas lanças farão foices. Nenhuma nação pegará em armas contra outra, e ninguém mais vai se treinar para a guerra. 5 Venha, casa de Jacó: vamos caminhar à luz de Javé. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 2, 1 – 5

Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.

Salmo responsorial: 121(122), 1 – 2. 4 – 5. 6 – 7. 8 – 9 (R/.1)
REFRÃO:Que alegria quando me disseram:"Vamos a casa do Senhor!"

1. Que alegria quando ouvi que me disseram:" vamos a casa do Senhor" E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas. -R.

2. Para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor. Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi. -R.

3. Rogai que viva em paz Jesusalém e em segurança os que te amam! Que a paz habite dentro de teus muros, tranquilidade em teus palácios! - R.

4. Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço:"A paz esteja em ti". Pelo amor que tenho á casa do Senhor, eu te desejo todo bem. -R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver a ciência em minha vida!!! Ó Espírito Santo, concedei-me o dom da Ciência, para que conheça cada vez mais minha própria miséria e fraqueza, a beleza da virtude, o valor inestimável da alma e ver claramente a sua luz, que me indicará o caminho a seguir.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da carta de São Paulo aos Romanos Naqueles dias, 11 Quanto ao zelo, não sejam preguiçosos; sejam fervorosos de espírito, servindo ao Senhor. 12 Sejam alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração. 13 Sejam solidários com os cristãos em suas necessidades e se aperfeiçoem na prática da hospitalidade. 14 Abençoem os que perseguem vocês; abençoem e não amaldiçoem. Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Romanos 12, 11 – 14

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.

O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus - Naquele tempo, 37 A vinda do Filho do Homem será como no tempo de Noé. 38 Porque, nos dias antes do dilúvio todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. 39 E eles nada perceberam, até que veio o dilúvio, e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem. 40 Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado, e o outro será deixado. 41 Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada, a outra será deixada. 42 Portanto, fiquem vigiando! Porque vocês não sabem em que dia virá o Senhor de vocês. 43 Compreendam bem isto: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente ficaria vigiando, e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vocês estejam preparados. Porque o Filho do Homem virá na hora em que vocês menos esperarem. PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 24, 37 – 44

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia.

"Reflexão da Palavra

Vigiai, porque não sabeis a que horas virá o Senhor.
Hoje começa o ano litúrgico, que não coincide com o ano civil. O ano litúrgico é uma periodização própria da Igreja católica. Começa com o tempo do “advento”, um dos vários tempos de que é composto o ano litúrgico ... “Ad-vento”, significa vinda, e alude à vinda de Cristo, que, biblicamente falando, acontece de duas formas: a que já aconteceu em lugar histórico, que celebramos no Natal, e a futura, a chamada “segunda vinda” de Jesus, em poder e majestade, que colocará fim ao mundo e inaugurará o “juízo final”, o juízo das nações, e abrirá a era definitiva, o “novo eon”, a vida eterna beatifica para os que são salvos, e o sofrimento no inferno para os condenados. Tudo isso, dito em linguagem clássica tradicional, para nos situarmos perante o tema.
Porém, qual a nossa crença em relação a tudo isso? Ou cremos que tudo isso talvez não passe de simbologia?
Os últimos capítulos do evangelho de Mateus foram o chamado “discurso escatológico” de Jesus. O evangelista agrupa os seus discursos “escato-logicos”, ou seja, os que se referem ao final (do mundo). Já sabemos o que diz a hermenêutica bíblica e não vamos entrar no tema da historicidade dessas palavras ou ditos enquanto efetivamente pronunciados por Jesus. Bem que Jesus poderia ter expressado estas ou outras idéias semelhantes, porque Jesus esteve imerso na mentalidade religiosa e cultural de seu tempo – da mesma forma como Deus “faz nascer do sol” sobre os justos e sobre os injustos, parque participava da visão cosmológica pré-copernicana. Porém, a pergunta importante para nós é: devemos crer hoje na “descrição do fim dos tempos”, descrição própria dessa visão apocalíptica? Cremos efetivamente que Jesus virá de novo, talvez em breve, e com semelhantes conseqüências?
O popular Richard Dawkins, que se tornou muito popular com seu combate crítico às crenças religiosas, confessa que fica “impressionado ao constatar que 50% dos americanos acredita que o mundo tem apenas 6 mil anos”, e acrescenta: “A única superpotência mundial atual está a ponto de ser dominada por eleitores que acreditam que o universo inteiro começou depois da domesticação do cachorro. Acreditam também que serão pessoalmente “arrebatados” às alturas celestes, ainda estando em vida, fato que será seguido por um Armagdon, muito bem-vindo como arauto da segunda vinda de Cristo”.
Sam Harris, por sua vez (Letter to a Christian Nation), aduzindo questões do Instituto Gallup, sustenta que “nada menos que 44% da população dos Estados Unidos está convencida de que Jesus vai voltar para julgar os vivos e os mortos, em algum momento dos próximos cinqüenta anos”. “Imaginem vocês as conseqüências, se algum membro significativo do governo dos Estados Unidos realmente acreditasse que o mundo está pronto para acabar desta maneira... O fato de que quase a metade da população dos “eus” creia nisso, baseada simplesmente em um dogma religioso, deve ser considerado uma emergência moral e intelectual”. Dawkins, que assina o prefacio de Harris, acrescenta que falar de uma “emergência moral e intelectual” talvez seja ainda muito moderado.
Efetivamente, ainda que tenhamos esquecido histórias de muitos movimentos milenaristas de séculos passados, hoje sabemos bem as conseqüências terríveis atuais das crenças religiosas que derivam em violência e terrorismo por motivações religiosas verdadeiramente apocalípticas. As crenças religiosas, sobretudo sua interpretação, não são mero “assunto privado” de cada um.
A crença dos norte-americanos, eleitores da maior potencia militar do mundo, para mim não é simplesmente “assunto privado” deles. O que pensam sobre o fim do mundo e sobre a intervenção e o domínio que Deus exerce sobre o nosso modo de gerir este mundo; não é um assunto religioso privado do qual a sociedade não deva preocupar-se porque, em determinadas circunstancias, pode chegar a ser, verdadeiramente “uma emergência moral e intelectual”.
Pensemos também na quantidade de crentes de pequenas igrejas “livres” que se multiplicam em meio a uma massa da população que vive em setores de pobreza e miséria e nas crenças fundamentalistas que difundem. Não são realidade de interesse público, talvez de saúde pública, ou inclusive de “emergência moral e intelectual”?
Quase com toda segurança, os leitores deste comentário bíblico não estarão nessas penosas situações religiosas que acabamos de aludir. Porém, é bem provável que não saibam bem o que dizer diante do evangelho de hoje: continuamos ou não crendo na “segunda vinda de Cristo?” Provavelmente não creiam em sua vinda iminente, nem em seu caráter “apocalíptico”, nem em um Armagedon e suas ameaças.
Porém não decidiram se continuam crendo ou não na “segunda vinda de Cristo”. Enquanto não decidirem criticamente – enquanto não personificam sua fé nesse sentido – continuarão crendo com uma crença tradicional (confiarão uma parte importante de sua vida a essa crença), que o mais profundo da realidade é a existência de um plano de um Deus que quis criar-nos e colocar-nos à prova e que essa “segunda vinda” será a passagem para a vida eterna definitiva. Isso é o que significa a “segunda vinda”.
Ocasiões como estas, do domingo que inaugura o Advento (vinda), que coloca diante de nossos olhos meditativos essa segunda vinda, são, deveriam ser, uma ocasião para “pegar o touro pelos chifres” e abordar esses temas, sem contentar-se em fazer uma homilia “genérica”, com referencias litúrgicas direcionadas ao simbólico, sem responder a nenhuma das perguntas que estão na mente dos ouvintes.
A esperança foi considerada classicamente como a virtude típica do Advento, a dimensão da nossa vida na qual meditar, a força pessoal para ser cultivada especialmente em quatro semanas. Como o povo de Israel e tantos outros povos viveram a história como um caminhar iluminado pela esperança do encontro com Deus, o advento nos convida a considerar nossa vida como um caminhar que somente podemos conduzir bem com a força da esperança. Qual o peso da esperança em nossa vida?
Em ambientes de nossa cidade e nos meios de comunicação... já se vê instalada a publicidade de natal. Para o comercio, advento significa bombardeio publicitário que antecede o natal, um natal que, para esse segmento da sociedade, não seria tal sem um aumento do consumo em todos os campos. Um cristianismo coerente não deve cair na armadilha da mensagem de tantos sinais aparentemente religiosos para a pretensão de tão somente fazer-nos consumir.
Na primeira leitura de Isaías, uma das frases – a da conversão das lanças em foices – figura no vestíbulo do edifício das Nações Unidas em Nova York, expressa bem a dimensão terrena da utopia da esperança que animava os profetas: um mundo reconciliado, de paz na convivência e no trabalho, um mundo onde seriam superadas as guerras e os arsenais de armas e as manobras militares.
Por pertencer ao Primeiro Testamento, falta a Isaías a visão universalista: não podemos pensar que o “final dos tempos ou o fim da humanidade” sejam a sua caminhada para o monte Sião, mas para a Utopia de Deus, seja qual for o monte sagrado de cada religião.
Oração comunitária
Pai de bondade e de amor, tu nos prometeste uma vida plena de felicidade. Aumenta em nós a fé e faze que, animados pela esperança de receber o premio prometido, saibamos manter-nos sempre ativos e dispostos a trabalhar contigo no cumprimento de tuas promessas. Isto te pedimos por Jesus Cristo, teu filho, nosso irmão e mestre. Amém

Oração Final
Pai Santo, dá-nos a simplicidade das crianças para que penetremos no sentido mais íntimo do Evangelho. Ponhamos nas tuas mãos, ó Deus a vida de nossas famílias e comunidades eclesiais, para que nunca falte em nossas existências a presença de Jesus ressuscitado. Ele, que é alimento e luz, saberá acompanhar-nos nos esforços que façamos para construir outro mundo possível em que reinem a justiça, a paz e a solidariedade. Queremos ser discípulos missionários, acolher com gratidão, viver e professar com coragem cada palavra transmitida por Teu Filho Jesus, que contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém.
Repouse ó Santo Espírito em minha alma, e conduze-me com o fogo do vosso amor!

domingo, 21 de novembro de 2010

INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem...

Hoje é domingo, 21 de novembro de 2010

Tema do Dia

SENHOR, LEMBRA-TE DE MIM, QUANDO ENTRARES NO TEU REINADO!

Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!

Nosso Senhor Jesus Cristo,rei do universo
(branco, gória, creio, prefácio própio - ofício da solenidade)

Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura do segundo livro de Samuel - Naqueles dias, 1 Todas as tribos de Israel foram encontrar-se com Davi em Hebron, e lhe propuseram: «Veja! Somos do mesmo sangue. 2 Já antes, quando Saul era nosso rei, o verdadeiro comandante de Israel era você. E Javé lhe disse: ‘Você será o pastor do meu povo Israel. Você será o chefe de Israel’ «. 3 Todos os anciãos de Israel foram visitar o rei em Hebron, e Davi fez um pacto com eles em Hebron, diante de Javé. E eles ungiram Davi como rei de Israel. Palavra do Senhor. Graças a Deus!
2Samuel 5, 1 – 3

Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.

Salmo responsorial: 121(122), 1 – 2. 3 - 5 (R/.1)
REFRÃO: Quanta alegria e felicidade: vamos à casa do Senhor!

1.Que alegria quando ouvi que me disseram: "Vamos a casa do Senhor!" E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas. - R.

2.Para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor. Para louver, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi. - R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.

Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!! Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da carta de São Paulo aos Colossenses Naqueles dias, 12 Com alegria, dêem graças ao Pai, que permitiu a vocês participarem da herança dos cristãos, na luz. Cristo é o único mediador -* 13 Deus Pai nos arrancou do poder das trevas e nos transferiu para o Reino do seu Filho amado, 14 no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. 15 Ele é a imagem do Deus invisível, o Primogênito, anterior a qualquer criatura; 16 porque nele foram criadas todas as coisas, tanto as celestes como as terrestres, as visíveis como as invisíveis: tronos, soberanias, principados e autoridades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. 17 Ele existe antes de todas as coisas, e tudo nele subsiste. 18 Ele é também a Cabeça do corpo, que é a Igreja. Ele é o Princípio, o primeiro daqueles que ressuscitam dos mortos, para em tudo ter a primazia. 19 Porque Deus, a Plenitude total, quis nele habitar, 20 para, por meio dele, reconciliar consigo todas as coisas, tanto as terrestres como as celestes, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Colossenses 1, 12 – 20

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.

O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas - Naquele tempo, 35 O povo permanecia aí, olhando. Os chefes, porém, zombavam de Jesus, dizendo: «A outros ele salvou. Que salve a si mesmo, se é de fato o Messias de Deus, o Escolhido!» 36 Os soldados também caçoavam dele. Aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre, 37 e diziam: «Se tu és o rei dos judeus, salva a ti mesmo!» 38 Acima dele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus.» 39 Um dos criminosos crucificados o insultava, dizendo: «Não és tu o Messias? Salva a ti mesmo e a nós também!» 40 Mas o outro o repreendeu, dizendo: «Nem você teme a Deus, sofrendo a mesma condenação? 41 Para nós é justo, porque estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal.» 42 E acrescentou: «Jesus, lembra-te de mim, quando vieres em teu Reino.» 43 Jesus respondeu: «Eu lhe garanto: hoje mesmo você estará comigo no Paraíso.» -PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Lucas 23, 35 – 43

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia

"Reflexão da Palavra"

Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado
A festa do Cristo Rei foi estabelecida pela Igreja na época do ocaso das monarquias, com o objetivo de apoiá-las como também as aristocracias interessadas pela sobrevivência do Antigo Regime e para fazer oposição aos nascentes regimes republicanos, que representavam os interesses dos pobres, do liberalismo e da nascente democracia. Suas origens são muito discutíveis. Contudo, em todo caso, os textos da liturgia desta festa mostram a maneira peculiar como Cristo seria “Rei”.
Convém lembrar em que consistiam as esperanças messiânicas do povo judeu no tempo de Jesus: uns esperavam um novo rei, ao estilo de Davi, tal como é apresentado na primeira leitura de hoje. Outros, esperavam um dirigente militar que fosse capaz de derrotar o poderio romano; outro esperavam um novo Sumo Sacerdote, que purificaria o Templo. Nos três caos, esperava-se um Messias triunfante e poderoso.
O salmo que lemos hoje, também proclama o modelo davídico de “rei”. Jerusalém, a “cidade santa” é a cidade do poder. Isso explica o motivo pelo qual Jesus ao anunciar a Paixão a seus seguidores, não conseguem entender o motivo pelo qual teria que enfrentar a morte.
O Evangelho nos apresenta como Jesus Cristo reina: não a partir de um trono imperial, mas a partir da cruz dos rebeldes. A rebelião de Jesus é a mais radical de todas: pretende, não somente eliminar um tipo de poder (o romano ou o sacerdotal) para substituí-lo por outro com outro nome e em contraposição à lógica de dominação e violência (que era o que correspondia às expectativas judaicas).
Podemos dizer que Jesus é o anti-modelo de rei dos sistemas opressores: não quer dominar as pessoas, mas promover, convocar, suscitar o poder de cada ser humano, de modo que cada uma e cada um de nós assumamos responsavelmente o peso e a alegria de nossa liberdade.
Um dos grandes psicólogos do século XX, Erich Fromm, propõe, em seu livro O medo da liberdade, que diante da angustia que produz no ser humano a consciência de estar separados do resto da criação, adotamos duas atitudes igualmente patológicas: dominar os outros e buscar alguém para dele depender entregando-lhe nossa liberdade.
Em ambos os casos, as pessoas buscam, através destes mecanismos, dissolver essa barreira que nos separa das outras pessoas e do resto do universo. O pecado fundamental do ser humano é, segundo isto, um pecado de poder mal administrado, mal assumido.
É essa a origem de todos os outros pecados: a avareza, que conduz a uma ordem econômica injusta; a soberba, que nos impede ver com clareza nossos erros e pecados; a mentira que nos leva a manipular ou a deixar-nos manipular; a luxuria, o sexo utilizado como instrumento de poder para “possuir”, oprimir; o medo, que nos impede de levantar e caminhar sobre nossos próprios pés.
Emaranhados nessas armadilhas do poder a que conduz nosso “medo da liberdade”, quando um regime opressor dá qualquer sinal se torna insuportável, buscamos como derrotá-lo para substitui-lo por outro que funcione sobre a mesma lógica. Essa é a lógica que Jesus desarticula de forma total e radical.
Quando no Getsemani acodem os soldados e as turbas “da parte dos sumos sacerdotes e anciãos do povo” (Mt 26, 47) para prender Jesus, ele não recorre à violência de nenhum tipo. Jesus se nega a ser coroado rei ao estilo do “mundo”, logo depois da multiplicação dos pães ou peixes (Jo 6,15). A tentação do poder, entendido ao estilo dos sistemas opressores, persegue a Jesus desde o deserto até a cruz.
E do deserto até a cruz Jesus rejeita este modelo, denuncia com toda clareza que isto procede do maligno, do “príncipe deste mundo”, não e cai em suas armadilhas. O custo desta resistência, valente e lúcida de Jesus, é a morte.
Na cruz, Jesus derrota, total e radicalmente, o poder do mal concebido como violência e opressão, por uma parte, e como dependência, submissão e alienação por outra. Desse modo é que inaugura um novo tipo de relacionamento entre as pessoas e com o universo inteiro: um relacionamento baseado no respeito mútuo, na harmonia, na coragem, a fim de assumir o peso da própria liberdade responsável.
Na carta aos colossenses, Paulo assinala como, através de Jesus, o Cristo (primogênito de todas as criaturas, preexistente e co-criador do universo, cabeça da Igreja, primícia da plenitude da Criação inteira) se produz a reconciliação de todos os seres com Deus. Esta e outras expressões paulinas deram lugar a interpretações errôneas, ao considerar a morte de Jesus na cruz como o preço que ele havia de pagar para que o Pai, enfastiado e rancoroso, perdoasse a humanidade pecadora.
Contudo, os evangelhos nos mostram com clareza o motivo pelo qual Jesus nos reconcilia com o Pai: não porque esse Deus, pai e mãe, seja um deus rancoroso, mas porque havíamos perdido o rumo da autêntica unidade com Ele e com o universo inteiro.
Esse retorno à unidade com Deus não aconteceu por medo da existência, nem por meio de posturas de poder (dominante ou dependente), mas superando nossos medos, apresentando-nos tal como somos diante de Deus, em total pobreza de espírito, sem máscaras protetoras que impediam de ver seu rosto.
Nós cristãos proclamamos que Cristo é o alfa e o ômega dos tempos e Senhor da Historia. Porém, e sobretudo, que seu senhorio é o de quem liberta de toda forma de opressão e submissão, que nos dá a liberdade de Espírito, que nos devolve a filiação divina obscurecida por nossos medos, debilidades e pecados.
Assim o Cristo é um anti-Rei aos olhos do “mundo”. É o Cordeiro imolado (Ap 5,12) aquele que nos reconcilia com Deus e nos leva, não de regresso ao Paraíso perdido, mas à utopia da Nova Jerusalém, onde se haverá de adorar somente a Deus esse que liberta, que nos coloca em pé!
Lamentavelmente, quantas vezes em nossa vida eclesial reproduzimos os modelos de “reinado” do mundo e não os de Deus em Jesus Cristo! Quantas vezes estabelecemos relações autoritárias de poder, em vez de serem relações fraternas! Quantas vezes entramos em conflito com os poderes do sistema, seja por ação ou por omissão!
O modelo de “reinado” apresentado como o “Cordeiro imolado” nos interpela e chama à conversão. Não é necessário nem conveniente sublinhar a “realeza” de Jesus, se isso significa tergiversar seu autêntico e efetivo projeto de vida. Causa dano, sobretudo aos mais oprimidos, apresentar essa imagem monárquica e principesca de um Jesus que, na verdade, dedicou toda sua vida e suas energias para desmascarar e lutar contra esse tipo de estrutura.
ORAÇÃO COMUNITARIA
Ó Deus, nosso Pai, que enviaste Jesus Cristo para que anunciasse a todos o teu desejo de renovar totalmente o mundo, contaminado pelo pecado; nós te pedimos que ao proclamá-lo Rei não nos impeça de ver que o verdadeiramente importante é construir com ele e como ele, seguindo seus passos, o teu Reino. Pelo mesmo Jesus Cristo nosso Senhor. Amém.

Oração Final
Pai Santo, para bem compreender a missão de evangelizar que nos deste, o amor e a paz como os únicos caminhos que podem conduzir à construção de uma nova humanidade. Ponhamos em suas mãos todas as nossas necessidades familiares e da comunidade eclesial, com o fim de que nos dê a sensibilidade necessária para sabermos perceber seu agir no mundo e nos comprometermos com seu projeto. Juntemos nossos esforços para derrubar todos os muros que nos dividem e impedem a fraternidade e a solidariedade. Faze-nos discípulos missionários leves, alegres, confiantes no poder da Tua Graça e nas promessas de Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, que Contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amem...

Repouse ó Santo Espírito em minha alma, e conduze-me com o fogo do vosso amor!


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

DOMINGO DIA DO SENHOR: XXXIII SEMANA DO TEMPO COMUM


INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 14 de novembro de 2010

Tema do Dia

É PERMANECENDO FIRMES QUE IREIS GANHAR A VIDA!

Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!

XXXIII DO TEMPO COMUM
(verde, glória, creio - I semana do saltério)

Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da profecia de Malaquias - 19 Vejam! O Dia está para chegar, ardente como forno. Então os soberbos e todos os que cometem injustiça serão como palha. Quando chegar o Dia, eles serão incendiados - diz Javé dos exércitos. E deles não vão sobrar nem raízes nem ramos. 20 Mas para vocês que temem a Javé brilhará o sol da justiça, que cura com seus raios. E vocês todos poderão sair pulando livres, como saem os bezerros do curral. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Malaquias 3, 19 – 20

Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.

Salmo responsorial: 97(98), 5 – 6. 7 - 8. 9 (R/.9)
REFRÃO: O Senhor virá julgar a terra inteira; com justiça julgará.

1. Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa e da cítara suave! Aclamai, com os clarins e as trombetas, ao Senhor, o nosso rei! -R.

2. Aplauda o mar com todo ser que nele vive, o mundo inteiro e toda gente! As montanhas e os rios batam palmas e exultem de alegria. -R.

3. Exultem na presença do Senhor, pois ele vem, vem julgar a terra inteira. Julgará o universo com justiça e as nações com equidade. -R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.

Hoje eu vou experimentar e viver a piedade em minha vida!!! Ó Espírito Santo, concedei-me o dom da Piedade, que tornará meu trato e colóquio convosco deliciosos! Na oração me fará amar a Deus e Maria Santíssima com infinito amor, e me dará simplicidade de coração ao tratar todos as pessoas como meus irmãos e irmãs.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da segunda carta de São Paulo aos Tessalonicenses - Irmãos, 7 Vocês sabem como devem imitar-nos: nós não ficamos sem fazer nada quando estivemos entre vocês, 8 nem pedimos a ninguém o pão que comemos; pelo contrário, trabalhamos com fadiga e esforço, noite e dia, para não sermos um peso para nenhum de vocês. 9 Não porque não tivéssemos direito a isso, mas porque nós quisemos ser um exemplo para vocês imitarem. 10 De fato, quando estávamos entre vocês, demos esta norma: quem não quer trabalhar, também não coma. 11 Ouvimos dizer que entre vocês existem alguns que vivem à toa, sem fazer nada e em contínua agitação. 12 A essas pessoas mandamos e pedimos, no Senhor Jesus Cristo, que comam o próprio pão, trabalhando em paz. Palavra do Senhor. Graças a Deus!
2Tessalonicenses 3, 7 – 12

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.

O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas 5 Algumas pessoas comentavam sobre o Templo, enfeitado com pedras bonitas e com coisas dadas em promessa. Então Jesus disse: 6 «Vocês estão admirando essas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído.» 7 Eles perguntaram: «Mestre, quando vai acontecer isso? Qual será o sinal de que essas coisas estarão para acontecer?» 8 Jesus respondeu: «Cuidado para que vocês não sejam enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ E ainda: ‘O tempo já chegou’. Não sigam essa gente. 9 Quando vocês ouvirem falar de guerras e revoluções, não fiquem apavorados. Primeiro essas coisas devem acontecer, mas não será logo o fim.» 10 E Jesus continuou: «Uma nação lutará contra outra, um reino contra outro reino. 11 Haverá grandes terremotos, fome e pestes em vários lugares. Vão acontecer coisas pavorosas e grandes sinais vindos do céu.» A coragem do testemunho - 12 «Mas, antes que essas coisas aconteçam, vocês serão presos e perseguidos; entregarão vocês às sinagogas, e serão lançados na prisão; serão levados diante de reis e governadores, por causa do meu nome. 13 Isso acontecerá para que vocês dêem testemunho. 14 Portanto, tirem da cabeça a idéia de que vocês devem planejar com antecedência a própria defesa; 15 porque eu lhes darei palavras de sabedoria, de tal modo que nenhum dos inimigos poderá resistir ou rebater vocês. 16 E vocês serão entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vocês. 17 Vocês serão odiados por todos, por causa do meu nome. 18 Mas não perderão um só fio de cabelo. 19 É permanecendo firmes que vocês irão ganhar a vida!» -PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Lucas 21, 5 – 19

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia

"Reflexão da Palavra"

È permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!
Estamos já no final do ano litúrgico e o tema das leituras deste domingo é também o do “final dos tempos”, o final do mundo. De fato, no evangelho há numerosas passagens que aludem ao este tema, como os famosos textos “apocalípticos”, pois o gênero “apocalíptico” era uma espécie de moda dos crentes daqueles tempos.
O tema do fim do mundo sempre foi um tema muito presente durante a historia do cristianismo. Podemos dizer que fazia parte da identidade cristã. Ser cristão implicava crer que nossa vida terminaria com um juízo de Deus sobre nós e sobre o mundo no seu conjunto: Deus decidiria em algum momento, e muito provavelmente de surpresa, no final do mundo; toda a humanidade seria convocada ao juízo no Vale de Josafá, situado junto à muralha oriental do tempo de Jerusalém (o que fez desse vale um cemitério muito procurado...).
Este conceito do final do mundo já estava estabelecido (até há pouco tempo, quando ainda éramos crianças) dentro do contexto de uma cosmovisão na qual Deus era imaginado como um “Senhor todo poderoso”, situado fora e acima do mundo, no segundo piso celestial, observando e, com freqüência, praticando intervenções no mundo, onde se debatia a humanidade, que ele havia criado para passar por um prova e, na sequencia, participar da vida definitiva, que já não seria aqui na terra, mas em outro lugar, em um “novo céu e uma nova terra”, porque a velha terra seria destruída com o final do período de prova para a Humanidade. Na sequencia já tudo ficaria por conta da vida eterna no céu, ou no inferno, talvez para alguns.
Ruboriza hoje, e quase parece caricatura, contar ou descrever aquela visão que durante séculos foi identificada coma doutrina cristã... Durante séculos a criação revelada por Deus mesmo. Duvidar daquela visão ou de seus detalhes era considerado um pecado de “falta de fé” e, pior ainda, um desacato à revelação. Sobre o “grande relato” ou visão global que o cristianismo apresentava (pecado original, juízo particular, juízo universal, céu, purgatório ou inferno...) não era permitido duvidar.
Hoje podemos levar as mãos à cabeça ao cair na conta que grande parte de toda essa visão eram tradições mitológicas ancestrais, pensamento platônico... Genial Platão, que conseguiu criar uma “imagem do mundo que cativaria a imaginação da humanidade por gerações e gerações, durante vários milênios… até hoje.
A revolução científica, começada no século XVI, foi destruindo aquela cosmovisão platônico-aristotélica do cristianismo: as esferas celestiais, os sete céus, a separação entre o mundo perfeito supra-lunar e o imperfeito ou corruptível ou infra-lunar, a descrição tão viva dos “novíssimos” (morte, juízo, inferno e paraíso...). Porém o que na visão científica ou o conhecimento simplesmente físico das pessoas ia se desmoronando, havia um refugio na visão religiosa, como se o céu da fé fosse o aristotélico-platônico, ainda que o céu astronômico fosse totalmente outro.
Hoje, com o avanço da ciência, a escatologia (ramo da ciência que trata do “eskhatos, os últimos acontecimentos) não sabe onde colocar esses últimos acontecimentos, nem como conectá-los com o que hoje todos sabem. E por isso custa continuar falando das “últimas coisas” nas coordenadas teológicas tradicionais: realidades últimas eram pensadas como conectadas diretamente com a “prova” e o “juízo de Deus” sobre nós e a uma “vida eterna”, vista como o premio ou castigo correspondente.
A vida, a morte e a possível continuidade ou não da vida... tudo isso era considerado nas coordenadas daquela visão mítica (acima de tudo Deus, que decide criar a humanidade e colocá-la à prova para levar os participantes à vida eterna...).
A convicção mítica do “Deus que cria os humanos para uma vida provisória, com uma prova para classificar os que poderiam chegar à vida eterna”. Ainda hoje, muitos cristãos continuam pensando assim, como também não vêem a possibilidade de que a vida, morte e o além da morte sejam dimensões da existência humana que devam deixar de ser “utilizadas” com a idéia de prêmios e castigos de Deus aos irmãos por sua conduta. Muitos pregadores terão hoje dificuldades para enfocar em sua homilia a superação dessa interpretação tradicional.

COMENTARIO MAIS TRADICIONAL
Malaquias, através de uma linguagem apocalíptica, alenta o povo justo que serve inteiramente ao Senhor, indicando que já vai chegar o dia em que se fará sentir a justiça de Deus sobre os que não guardam sua lei; que eles não são os que realmente dirigem o caminhar da história, mas que é o Deus amante da vida que a conduz, levando-a pelo caminho da paz e da vida. Todos os que caminham pelo caminho do Senhor serão iluminados pelo “sol da justiça” que irradia sua luz no meio da obscuridade, da dor e da morte.
O salmo que lemos hoje é um hino ao Rei e Senhor de toda a Criação, aquele que dirige com justiça todos os povos da terra, um Deus amoroso e fiel ao seu povo de Israel. Deus é um Deus justo, que merece ser louvado por todos, pois que derrotou a morte e possibilitou a vida para todos; por isso toda a Criação o louva e celebra a presença desse Deus misericordioso e justo no meio do povo libertado. É um salmo de agradecimento pelos benefícios que o povo recebeu por ter sua esperança posta no Deus da Vida.
Muitos dos crentes de Tessalônica, especificamente das “classes superiores”, pensaram que não deviam se preocupar pelas coisas da vida cotidiana, como o trabalho e que deviam esperar, de braços cruzados, a iminente vinda do Senhor e dedicar-se à ociosidade.
Paulo chama fortemente a atenção sobre essa atitude equivocada, pois são pessoas que vivem do trabalho alheio, são exploradores dos outros (escravos) e que, graças a isso, acumulam riquezas sem esforçar-se em absoluto. É a eles que Paulo se dirige fortemente: o que não quer trabalhar que não coma (v. 10), já que esta atitude não é própria do ensinamento dos apóstolos.
Pode ser que a presença do magnífico templo de Jerusalém alentasse a fé dos judeus a ponto de ser mais significativa a arquitetura e o poder da religião do que o próprio Deus de Israel; pode ser que fossem mais importantes os sacrifícios, o ritual, a construção majestosa que as atitudes exigidas pelo próprio Deus para um verdadeiro culto a ele: a misericórdia e a justiça possibilitam uma relação legítima com Deus e com os irmãos, mas que cria grandes divisões sociais e injustiças que contradizem a finalidade de uma experiência de fé.
É importante ir descobrindo em nossa vida que a experiência de fé deve estar permeada pelo serviço incondicional aos demais; é assim como vamos sentindo a passagem de Deus pela nossa existência e é assim como vamos construindo o verdadeiro templo de Deus, o qual não se deve equiparar com edificações ostentosas, mas com a Igreja-comunidade de crentes que se inspira na Palavra de Deus e se mantém firme na esperança em Jesus ressuscitado.

ORAÇÃO COMUNITÁRIA
Senhor e Pai da história, ensina-nos a transformar as relações entre os seres humanos construindo uma história humana de amor, de liberdade, de justiça e de paz, que nos leve à construção de uma humanidade nova onde se explicite efetivamente o Reino de Deus. Por Jesus Cristo nosso Senhor. Amém.

Oração Final
Pai Santo, queremos ser dissípulos missionários, terra boa e dar frutos para o Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que o seu sálario seja aceito por todos nós a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que nos ajudes na sua partilha com os irmãos. Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Repouse ó Santo Espírito em minha alma, e conduze-me com o fogo do vosso amor!

domingo, 7 de novembro de 2010

DOMINGO DIA DO SENHOR: XXXII SEMANA DO TEMPO COMUM

PRIMEIRA LEITURA; Apocalipse 7, 2 - 4. 9 – 14; Salmo 23(24),1 – 2. 3 – 4. 5 – 6 (R/.6a); SEGUNDA LEITURA; 1João 3, 1 – 3; EVANGELHO Mateus 5, 1 – 12
INVOCAÇÕES Espìrito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 07 de março de 2010

Tema do Dia

ALEGRAI-VOS E EXULTAI, PORQUE SERÁ GRANDE A VOSSA RECOMPENSA NOS CÉUS

Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!

TODOS OS SANTOS E SANTAS
(branco, glória, creio, prefácio próprio - ofício da solenidade)

Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura do livro do Apocalipse - Eu João, 2 Vi também outro Anjo que vinha do Oriente, trazendo o selo do Deus vivo. Ele gritou em alta voz aos quatro Anjos, que tinham sido encarregados de fazer mal à terra e ao mar: 3 «Não prejudiquem a terra, nem o mar, nem as árvores! Primeiro vamos marcar a fronte dos servos do nosso Deus.» 4 Ouvi então o número dos que receberam a marca: cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos do povo de Israel. 9* Depois disso eu vi uma grande multidão, que ninguém podia contar: gente de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam todos de pé diante do trono e diante do Cordeiro. Vestiam vestes brancas e traziam palmas na mão. 10 Em alta voz, a multidão proclamava: «A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.» 11 Nessa hora, todos os Anjos que estavam ao redor do trono, dos Anciãos e dos quatro Seres vivos, ajoelharam-se diante do trono para adorar a Deus. 12 E diziam: «Amém! O louvor, a glória, a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem ao nosso Deus, para sempre. Amém!» 13* Um dos Anciãos tomou a palavra e me perguntou: «Você sabe quem são e de onde vieram esses que estão vestidos com roupas brancas?» 14 Eu respondi: «Não sei não, Senhor! O Senhor é quem sabe!» Ele então me explicou: «São os que vêm chegando da grande tribulação. Eles lavaram e alvejaram suas roupas no sangue do Cordeiro. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Apocalipse 7, 2 - 4. 9 – 14

Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.

Salmo responsorial: 23(24),1 – 2. 3 – 4. 5 – 6 (R/.6a)
REFRÃO: É assim a geração dos que procuram o Senhor!

Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares e sobre as águas, a mantém inabalável. -R.

2. "Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?" "quem tem mãos puras e inocente coração, quem não dirige sua mente para o crime. -R.

3. Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e salvador". "É assim a geração dos que o procuram e do Deus de Israel buscam a face". -R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.

Hoje eu vou experimentar e viver o conselho em minha vida!!!

Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Conselho, tão necessário nos melindrosos passos da vida, para que escolha sempre aquilo que mais Vos seja do agrado, e siga em tudo, Vossa divina graça e saiba socorrer meu próximo com bons conselhos.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da primeira carta de São João Caríssimos, 1 Vejam que prova de amor o Pai nos deu: sermos chamados filhos de Deus. E nós de fato o somos! Se o mundo não nos reconhece, é porque também não reconheceu a Deus. 2 Amados, desde agora já somos filhos de Deus, embora ainda não se tenha tornado claro o que vamos ser. Sabemos que quando Jesus se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque nós o veremos como ele é Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1João 3, 1 – 3

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.

O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus Naquele tempo, 1 Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram, 2 e Jesus começou a ensiná-los: 3 «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. 4 Felizes os aflitos, porque serão consolados. 5 Felizes os mansos, porque possuirão a terra. 6 Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia. 8 Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. 9 Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. 11 Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim. 12 Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vocês.» PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 5, 1 – 12

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia

"Reflexão da Palavra"

Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus.
Os saduceus eram os líderes mais conservadores no judaísmo da época de Jesus. Somente nas idéias, não porém em sua conduta. Consideravam como revelados por Deus somente os primeiros cinco livros da Bíblia, por eles atribuídos a Moisés.
Os profetas, os escritos apocalípticos, todo o referente ao Reino de Deus, as exigências de mudança na história, na outra vida, eram consideradas por eles idéias “libertarias” de descontentes sociais. Para eles não existia outra vida, a única vida existente era a presente e nela eles eram os privilegiados; por isso, não havia por que esperar outra.
Pensavam dessa maneira as famílias sacerdotais da elite e os anciãos, ou seja, os chefes de famílias aristocráticas que tinham seus próprios escribas. Ainda que estes não tivessem muito prestigio, ajudavam a fundamentar teologicamente suas aspirações para uma vida boa.
As riquezas e o poder que tinham eram uma amostra de que eram os preferidos de Deus. Não necessitavam esperar outra vida. Graças a isso, mantinham uma posição cômoda: por um lado, a aparência de piedade; por outro, um estilo de vida de acordo com os costumes pagãos dos romanos, seus amigos, de quem recebiam privilégios e concessões que ampliavam suas fortunas.
Os fariseus eram o oposto deles, tanto em suas esperanças como em seu estilo de vida austera e apegada à lei da pureza. Uma das convicções mais firmemente arraigadas era a fé na ressurreição, que os saduceus rejeitavam abertamente pelas razoes expostas anteriormente. Porém, muitos concebiam a ressurreição como a mera continuação da vida terrena, somente que para sempre.
Jesus estava já na reta final de sua vida pública. A ação de Jesus em favor da Causa do Reino era desmascarar as intenções distorcidas dos grupos religiosos de seu tempo. O Sinédrio declarava-se incompetente para decidir se tinham ou não autoridade para fazer o que fazia; os fariseus e os herodianos eram considerados hipócritas, por suas inconseqüências no agir. Suédrio e saduceus se enfrentam por causa da interpretação da lei de Moisés.
A posição de Jesus neste debate com os saduceus pode ser iluminadora para os tempos atuais. Também nós, como sociedade culta, podemos reagir com freqüência contra uma imagem demasiado fácil da ressurreição. Qualquer um de nós com formação cristã de catequese infantil, pode recordar os ensinamentos a respeito deste tema, a fácil descrição, que até os anos 50 se fazia da morte (separação da alma em relação ao corpo), o que seria um juízo particular, como seria o juízo universal, o purgatório (se não o limbo), o céu e o inferno.
A teologia (ou simplesmente o imaginário) cristã tinha respostas detalhadas e exaustivas para todos estes temas. Acreditava-se saber quase tudo a respeito ao além e com requintes de detalhes. Muitas pessoas de “hoje”, com cultura filosófica e antropológica (ou simplesmente com “senso comum atual”) se ruborizam ao ter acreditado em tais coisas, e se rebelam, como aqueles coetâneos de Jesus, contra uma imagem tão prática, tão maximalista, tão segura a respeito do tema.
De fato, no ambiente geral do cristianismo atual, pode-se observar um prudente silencio sobre estes temas, outrora tão vivos e até discutidos. Em relação aos falecidos, não se fala mais das realidades do além nas celebrações relativas à morte, não se tem a mesma opinião que há décadas.
Algo está torto epistemologicamente na cultura moderna, que nos faz sentir a necessidade de não repetir, sem mais, o que nos foi dito, mas de revisar e repensar o que podemos dizer, saber e esperar.
Como os saduceus daquele tempo, hoje Jesus nos diz também: “vocês não sabem do que estão falando...”. Seja o conteúdo real do que temos chamado tradicionalmente “ressurreição” não é algo que se possa descrever, nem detalhar, sem sequer “imaginar”.
Talvez seja um símbolo que expressa um mistério que apenas se pode intuir, mas não concretizar. Uma ressurreição entendida direta e plenamente como uma “reavivamento”, ainda que seja espiritual (que é como a imagem funciona de fato em muitos cristãos formados em um esquema mais tradicional), hoje, criticamente falando, a idéia não parece sustentável.
Talvez seja boa para nós uma sacudida como a de Jesus aos saduceus. Antes que nossos contemporâneos percam a fé na ressurreição e, com ela, de uma vez, toda a fé, seria bom fazermos um serio esforço para purificar nossa linguagem sobre a ressurreição e para colocar em relevo seu caráter de mistério. Fé sim, porém não uma fé preguiçosa e fundamentalista, mas séria, sóbria, crítica e bem formada.

ORAÇÃO COMUNITÁRIA
Ó Pai, a esperança na ressurreição é um dom misterioso que não conseguimos compreender por inteiro, porém em todas as tradições religiosas se expressa de mil maneiras. Ilumina-nos para que vivamos a cada momento de nossa vida a certeza de que nunca nos abandonas e nem permites que nos percamos. Isso te pedimos por Jesus Cristo teu Filho e nosso irmão.

Oração Final
Pai Santo, nós Te pedimos, não que nos livres da morte, mas que nos seja dada a graça de viver nossos dias com grandeza, como dissípulos missionários, dádiva generosa e sagrada do Teu Amor. E, depois do derradeiro dia, que ouçamos a palavra Tua que é a esperança do nosso viver neste mundo, sinais de Teu Reino de Amor. Por Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amem...

Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!

sábado, 6 de novembro de 2010

A FAMÍLIA: MARIA E VALDIR... FALAM.

SEU PAI CLAUDEVINO LÊ O TEXTO COM MUITA ATENÇÃO E ADIMIRAÇÃO.

maria wazimaAprovação pendente
nossa! Falar do meu pai é bom demais, minha admiraçao, carinho e respeito é muito grande, sempre achei que ele era como um super heroi, tudo o que fez e faz, foi é em nosso beneficio, soube ensinar perfeitamente, soube ser duro quando necessario, mesmo que eu e meus irmaos nao compreendessemos na epoca, mas claro, hoje sabemos da importancia de tudo, me sinto feliz por poder escrever e saber que ele podera ler e vcs tb, de meus sentimentos em relaçao ao meu pai, e mais feliz pq ele ja sabe de tudo isso. Ao meu pai só tenho a agradecer.Valeu pai obrigada por estar sempre presente em minha vida.


VALDIR VILAS BOASAprovação pendente
Gostaria que o mundo todo soubesse... mas como não é tão simples assim, pelo menos você que está no Orkut saberá...Aqui está um homem que se dedicou sempre para criar, educar, proteger, direcionar para o bem e oferecer um futuro melhor. Muitas vezes enquanto éramos pequenos, não entendíamos isso, mas hoje dá para ver claramente quais eram suas intensões.Puxa vida, se eu pudésse voltar no tempo, saberia aproveitar muito melhor tudo o que o senhor, pai, tentou fazer por mim. Mas que Deus possa te recompensar em vida e depois com um galardão no céu. Diz para a mãe que o meu sentimento por ela não é diferente.Beijão

MVI_6434.AVICoroação N Senhora do Rocio!!!

MVI_6342.AVISÃO MATEUS

MVI_6287.AVIPARTE SANTA MISSA

Prefeita de Jussara e cantora ex protestante falam sobre livro do padre ...