INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.Hoje é domingo, 12 de dezembro de 2010
Tema do Dia
ÉS TU AQUELE QUE HÁ DE VIR?!
Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
III Domingo do advento(roxo,creio,prefácio do Advento I - III semana do saltério)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do livro do profeta Isaías, 1 Alegrem-se o deserto e a terra seca, o campo floresça de alegria; 2 como o narciso, cubra-se de flores transbordando de contentamento e alegria, pois lhe será dado o esplendor do Líbano, a beleza do Carmelo e do Saron. Todos verão a glória de Javé, a beleza do nosso Deus. 3 Fortaleçam as mãos cansadas, firmem os joelhos cambaleantes; 4 digam aos corações desanimados: «Sejam fortes! Não tenham medo! Vejam o Deus de vocês: ele vem para vingar, ele traz um prêmio divino, ele vem para salvar vocês». 5 Então, os olhos dos cegos vão se abrir, e se abrirão também os ouvidos dos surdos; 6 os aleijados saltarão como cervo, e a língua do mudo cantará, porque jorrarão águas no deserto e rios na terra seca. 10 e os que foram resgatados por Javé. Cantando, irão voltar e chegar até Sião: carregarão uma alegria sem fim e serão acompanhados de prazer e alegria; a tristeza e o pranto fugirão. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 35, 1 – 6. 10
Isaías 35, 1 – 6. 10
Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 145(146), 3 -4. 5 – 6. 7 - 8 (R. Is 35,4)
REFRÃO: Vem, Senhor, salvar-nos!
1. Não coloqueis nos poderosos a vossa confiança, são apenas homens nos quais não há salvação. Quando se lhe for o espírito, ele voltará ao pó, e todos os seus projetos se desvanecerão de uma só vez. - R.
2. Feliz aquele que tem por protetor o Deus de Jacó, que põe sua esperança no Senhor, seu Deus. É esse o Deus que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que eles contêm; que é eternamente fiel à sua palavra. - R.
3. Que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor livra os cativos; o Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor ergue os abatidos; o Senhor ama os justos. - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
REFRÃO: Vem, Senhor, salvar-nos!
1. Não coloqueis nos poderosos a vossa confiança, são apenas homens nos quais não há salvação. Quando se lhe for o espírito, ele voltará ao pó, e todos os seus projetos se desvanecerão de uma só vez. - R.
2. Feliz aquele que tem por protetor o Deus de Jacó, que põe sua esperança no Senhor, seu Deus. É esse o Deus que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que eles contêm; que é eternamente fiel à sua palavra. - R.
3. Que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor livra os cativos; o Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor ergue os abatidos; o Senhor ama os justos. - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!
Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.
Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da carta de São Tiago, 7 Irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Olhem o agricultor: ele espera pacientemente o fruto precioso da terra, até receber a chuva do outono e da primavera. 8 Sejam pacientes vocês também; fortaleçam os corações, pois a vinda do Senhor está próxima. 9 Irmãos, não se queixem uns dos outros, para não serem julgados. Vejam: o juiz está às portas. 10 Irmãos, tomem como exemplo de sofrimento e paciência os profetas que falam em nome do Senhor. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Tiago 5, 7 – 10
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
Tiago 5, 7 – 10
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus - 2 João estava na prisão. Quando ouviu falar das obras do Messias, enviou a ele alguns discípulos, 3 para lhe perguntarem: «És tu aquele que há de vir, ou devemos esperar outro?» 4 Jesus respondeu: «Voltem e contem a João o que vocês estão ouvindo e vendo: 5 os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres é anunciada a Boa Notícia. 6 E feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim!» 7 Os discípulos de João partiram, e Jesus começou a falar às multidões a respeito de João: «O que é que vocês foram ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? 8 O que vocês foram ver? Um homem vestido com roupas finas? Mas aqueles que vestem roupas finas moram em palácios de reis. 9 Então, o que é que vocês foram ver? Um profeta? Eu lhes afirmo que sim: alguém que é mais do que um profeta. 10 É de João que a Escritura diz: ‘Eis que eu envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o teu caminho diante de ti’. 11 Eu garanto a vocês: de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino do Céu é maior do que ele. -PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 11, 2 – 11
Mateus 11, 2 – 11
No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia
"Reflexão da Palavra"
És tu aquele que há de vir?
A primeira e a segunda leitura de hoje, do Profeta Isaías e do apóstolo Tiago, coincidem na mensagem: vale a pena esperar, é preciso esperar, devemos esperar, porque nosso Deus está por chegar, ele mesmo vem em pessoa e traz o julgamento. É preciso ter paciência, porque é iminente sua chegada, ele já está à porta.
Não duvidemos de que esta forma de propor a esperança, de vivê-la e de transmiti-la, foi útil e muito eficaz para muitas gerações anteriores a nós, porém tampouco duvidamos de que hoje em dia essa proposta já não poderia servir.
Este motivo, aduzido classicamente para fundamentar a esperança, de que Alguém vem, alguém vai irromper apocalipticamente em nossa vida, inclusive com iminência, e de que nossa esperança consiste em “esperar” (e espera, não de esperança) sua chegada hoje já não é plausível.
Esse esquema conceitual, segundo o qual Deus anunciou que volta, em uma segunda vinda, que selará o final do mundo, e que nós estamos em um tempo intermediário, incerto e ameaçado pela espada pendente (de Dámocles) dessa surpresa que chegará como a visita de um ladrão, foi uma imagem poderosa, que prendeu a atenção de muitas gerações, porém que hoje começa a não funcionar.
Aquelas gerações tinham uma compreensão do mundo fundamentalmente religiosa, inserida nas coordenadas da descrição do mundo que as próprias religiões haviam elaborado: um mundo que consistia essencialmente em um “plano de Deus” para colocar uma prova ao ser humano e levá-lo para outra vida, melhor ou pior, segundo o merecimento, premio ou castigo.
Dentro desse “pequeno mundo”, dentro dessa cosmovisão religiosa que ocupou por milênios o imaginário de nossos antepassados, funcionava ao falar de uma segunda vinda, da prova que Deus nos submete, da ameaça que supõe a possível surpresa de Deus que vem e que irrompe no mundo para finalizá-lo e inaugurar outro eón, o dos prêmios e castigos.
Esse imaginário religioso (tradicional, antiqüíssimo, milenário...) está se esgotando, desaparecendo com as gerações mais velhas, desvanecendo-se e perdendo vivacidade e plausibilidade nas gerações médias e sendo rejeitada nas gerações jovens, nas quais não chega a ter acolhida.
O novo imaginário ou cosmovisão, que muitos estamos adquirindo, fundamentado na nova imagem que a cosmologia e o conjunto atual das ciências nos oferecem, já não cabe conceber a realidade tão “antropocentricamente” como para pensar que tudo consiste e tudo se reduz a um “plano que Deus traçou para provar o ser humano”.
Ao ser humano atual não lhe é plausível uma espiritualidade que o coloca no centro do cosmos, e que este cosmos “foi criado simplesmente para servir de cenário ao drama humano de sua salvação ultraterrana”. E não lhe é plausível tampouco que o mistério tão respeitável do além seja associado com, e colocado a serviço da ameaça de castigo nem da promessa de prêmios.
É possível ser cristão sem ter que adotar estas imagens que hoje sentimos como não incorporadas à nossa cosmovisão? Sem, é possível, desde que estejamos dispostos a purificar nossa esperança e mais amplamente nossa cosmovisão global – daquelas imagens próprias de um tempo que já não é o nosso.
Realmente, o que importa é o conteúdo profundo, a experiência espiritual, a dimensão de esperança (neste caso), não o suporte de categorias, esquemas mentais, cosmovisões apocalípticas ou esquemas de concepção do tempo dos que lançaram mão os nossos antepassados. O cristianismo, ao longo da história, já abandonou muitas imagens que em seu tempo foram comuns, mas que logo se obscureceram, e que finalmente se tornaram inaceitáveis para nós (de algumas das quais hoje inclusive nos envergonhamos).
Nos últimos tempos, o predomínio do pensamento estático, o suposto a-historicismo e a negação do caráter evolutivo de tudo, nos fez pensar que não podemos mudar nada, que devemos crer ao pé da letra o que expressaram nossos antepassados, mesmo sem remontar a viver sua experiência profunda, porém com liberdade e criatividade, mas que nada pode ser inovado.
Porém, a mesma história está aí para demonstrar o contrário para quem saiba e queira ver. E também está aí o presente: são muitos já, de fato, os cristãos que “crêem de outra maneira”.
O evangelho de Mateus apresenta a chamada “prova messiânica”. João, o Batista, do cárcere manda emissários para perguntar a Jesus se ele é o esperado ou se devem esperar outro. Jesus não responde com provas teológicas, nem com citações bíblicas apologéticas, ou com dogmas ou doutrinas, mas remete aos fatos, que podem ser “vistos e ouvidos”: “os cegos vêem, os inválidos andam, os leprosos ficam limpos e aos pobres se lhes anuncia o Evangelho, a Boa Notícia”.
Esses “fatos”, essas boas notícias, são a prova de identidade do Messias, o Christós, ou seja, “cristãos”. Somente se nossa vida produz esses mesmos fatos, somente se somos “boa notícia para os pobres”, somente então estaremos sendo seguidores daquele Messias, do Christós, ou seja, estaremos sendo “cristãos”.
Não esqueçamos que hoje é a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, tão latino-americana e mexicaníssima. Boa ocasião para ler algo do muito que foi escrito sobre essa “mensagem guadalupana” que ainda hoje continua cativando os especialistas.
Não duvidemos de que esta forma de propor a esperança, de vivê-la e de transmiti-la, foi útil e muito eficaz para muitas gerações anteriores a nós, porém tampouco duvidamos de que hoje em dia essa proposta já não poderia servir.
Este motivo, aduzido classicamente para fundamentar a esperança, de que Alguém vem, alguém vai irromper apocalipticamente em nossa vida, inclusive com iminência, e de que nossa esperança consiste em “esperar” (e espera, não de esperança) sua chegada hoje já não é plausível.
Esse esquema conceitual, segundo o qual Deus anunciou que volta, em uma segunda vinda, que selará o final do mundo, e que nós estamos em um tempo intermediário, incerto e ameaçado pela espada pendente (de Dámocles) dessa surpresa que chegará como a visita de um ladrão, foi uma imagem poderosa, que prendeu a atenção de muitas gerações, porém que hoje começa a não funcionar.
Aquelas gerações tinham uma compreensão do mundo fundamentalmente religiosa, inserida nas coordenadas da descrição do mundo que as próprias religiões haviam elaborado: um mundo que consistia essencialmente em um “plano de Deus” para colocar uma prova ao ser humano e levá-lo para outra vida, melhor ou pior, segundo o merecimento, premio ou castigo.
Dentro desse “pequeno mundo”, dentro dessa cosmovisão religiosa que ocupou por milênios o imaginário de nossos antepassados, funcionava ao falar de uma segunda vinda, da prova que Deus nos submete, da ameaça que supõe a possível surpresa de Deus que vem e que irrompe no mundo para finalizá-lo e inaugurar outro eón, o dos prêmios e castigos.
Esse imaginário religioso (tradicional, antiqüíssimo, milenário...) está se esgotando, desaparecendo com as gerações mais velhas, desvanecendo-se e perdendo vivacidade e plausibilidade nas gerações médias e sendo rejeitada nas gerações jovens, nas quais não chega a ter acolhida.
O novo imaginário ou cosmovisão, que muitos estamos adquirindo, fundamentado na nova imagem que a cosmologia e o conjunto atual das ciências nos oferecem, já não cabe conceber a realidade tão “antropocentricamente” como para pensar que tudo consiste e tudo se reduz a um “plano que Deus traçou para provar o ser humano”.
Ao ser humano atual não lhe é plausível uma espiritualidade que o coloca no centro do cosmos, e que este cosmos “foi criado simplesmente para servir de cenário ao drama humano de sua salvação ultraterrana”. E não lhe é plausível tampouco que o mistério tão respeitável do além seja associado com, e colocado a serviço da ameaça de castigo nem da promessa de prêmios.
É possível ser cristão sem ter que adotar estas imagens que hoje sentimos como não incorporadas à nossa cosmovisão? Sem, é possível, desde que estejamos dispostos a purificar nossa esperança e mais amplamente nossa cosmovisão global – daquelas imagens próprias de um tempo que já não é o nosso.
Realmente, o que importa é o conteúdo profundo, a experiência espiritual, a dimensão de esperança (neste caso), não o suporte de categorias, esquemas mentais, cosmovisões apocalípticas ou esquemas de concepção do tempo dos que lançaram mão os nossos antepassados. O cristianismo, ao longo da história, já abandonou muitas imagens que em seu tempo foram comuns, mas que logo se obscureceram, e que finalmente se tornaram inaceitáveis para nós (de algumas das quais hoje inclusive nos envergonhamos).
Nos últimos tempos, o predomínio do pensamento estático, o suposto a-historicismo e a negação do caráter evolutivo de tudo, nos fez pensar que não podemos mudar nada, que devemos crer ao pé da letra o que expressaram nossos antepassados, mesmo sem remontar a viver sua experiência profunda, porém com liberdade e criatividade, mas que nada pode ser inovado.
Porém, a mesma história está aí para demonstrar o contrário para quem saiba e queira ver. E também está aí o presente: são muitos já, de fato, os cristãos que “crêem de outra maneira”.
O evangelho de Mateus apresenta a chamada “prova messiânica”. João, o Batista, do cárcere manda emissários para perguntar a Jesus se ele é o esperado ou se devem esperar outro. Jesus não responde com provas teológicas, nem com citações bíblicas apologéticas, ou com dogmas ou doutrinas, mas remete aos fatos, que podem ser “vistos e ouvidos”: “os cegos vêem, os inválidos andam, os leprosos ficam limpos e aos pobres se lhes anuncia o Evangelho, a Boa Notícia”.
Esses “fatos”, essas boas notícias, são a prova de identidade do Messias, o Christós, ou seja, “cristãos”. Somente se nossa vida produz esses mesmos fatos, somente se somos “boa notícia para os pobres”, somente então estaremos sendo seguidores daquele Messias, do Christós, ou seja, estaremos sendo “cristãos”.
Não esqueçamos que hoje é a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, tão latino-americana e mexicaníssima. Boa ocasião para ler algo do muito que foi escrito sobre essa “mensagem guadalupana” que ainda hoje continua cativando os especialistas.
Oração Final
Pai Santo, para bem compreender a missão de evangelizar, à medida que nos aproximamos da celebração da festa do Natal, nós te pedimos que aumente nossa esperança, para que nunca desistamos do esforço por criar um mundo no qual o amor seja possível. Nós discípulos missionários leves, alegres, confiantes no poder da Tua Graça te pedimos por Jesus de Nazaré, teu filho e irmão nosso, cujo nascimento ansiamos por celebrar. Amém...