domingo, 19 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
III DOMINGO DO ADVENTO: DIA DO SENHOR
INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.Hoje é domingo, 12 de dezembro de 2010
Tema do Dia
ÉS TU AQUELE QUE HÁ DE VIR?!
Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
III Domingo do advento(roxo,creio,prefácio do Advento I - III semana do saltério)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do livro do profeta Isaías, 1 Alegrem-se o deserto e a terra seca, o campo floresça de alegria; 2 como o narciso, cubra-se de flores transbordando de contentamento e alegria, pois lhe será dado o esplendor do Líbano, a beleza do Carmelo e do Saron. Todos verão a glória de Javé, a beleza do nosso Deus. 3 Fortaleçam as mãos cansadas, firmem os joelhos cambaleantes; 4 digam aos corações desanimados: «Sejam fortes! Não tenham medo! Vejam o Deus de vocês: ele vem para vingar, ele traz um prêmio divino, ele vem para salvar vocês». 5 Então, os olhos dos cegos vão se abrir, e se abrirão também os ouvidos dos surdos; 6 os aleijados saltarão como cervo, e a língua do mudo cantará, porque jorrarão águas no deserto e rios na terra seca. 10 e os que foram resgatados por Javé. Cantando, irão voltar e chegar até Sião: carregarão uma alegria sem fim e serão acompanhados de prazer e alegria; a tristeza e o pranto fugirão. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 35, 1 – 6. 10
Isaías 35, 1 – 6. 10
Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 145(146), 3 -4. 5 – 6. 7 - 8 (R. Is 35,4)
REFRÃO: Vem, Senhor, salvar-nos!
1. Não coloqueis nos poderosos a vossa confiança, são apenas homens nos quais não há salvação. Quando se lhe for o espírito, ele voltará ao pó, e todos os seus projetos se desvanecerão de uma só vez. - R.
2. Feliz aquele que tem por protetor o Deus de Jacó, que põe sua esperança no Senhor, seu Deus. É esse o Deus que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que eles contêm; que é eternamente fiel à sua palavra. - R.
3. Que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor livra os cativos; o Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor ergue os abatidos; o Senhor ama os justos. - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
REFRÃO: Vem, Senhor, salvar-nos!
1. Não coloqueis nos poderosos a vossa confiança, são apenas homens nos quais não há salvação. Quando se lhe for o espírito, ele voltará ao pó, e todos os seus projetos se desvanecerão de uma só vez. - R.
2. Feliz aquele que tem por protetor o Deus de Jacó, que põe sua esperança no Senhor, seu Deus. É esse o Deus que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que eles contêm; que é eternamente fiel à sua palavra. - R.
3. Que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor livra os cativos; o Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor ergue os abatidos; o Senhor ama os justos. - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!
Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.
Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da carta de São Tiago, 7 Irmãos, sejam pacientes até a vinda do Senhor. Olhem o agricultor: ele espera pacientemente o fruto precioso da terra, até receber a chuva do outono e da primavera. 8 Sejam pacientes vocês também; fortaleçam os corações, pois a vinda do Senhor está próxima. 9 Irmãos, não se queixem uns dos outros, para não serem julgados. Vejam: o juiz está às portas. 10 Irmãos, tomem como exemplo de sofrimento e paciência os profetas que falam em nome do Senhor. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Tiago 5, 7 – 10
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
Tiago 5, 7 – 10
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus - 2 João estava na prisão. Quando ouviu falar das obras do Messias, enviou a ele alguns discípulos, 3 para lhe perguntarem: «És tu aquele que há de vir, ou devemos esperar outro?» 4 Jesus respondeu: «Voltem e contem a João o que vocês estão ouvindo e vendo: 5 os cegos recuperam a vista, os paralíticos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres é anunciada a Boa Notícia. 6 E feliz aquele que não se escandaliza por causa de mim!» 7 Os discípulos de João partiram, e Jesus começou a falar às multidões a respeito de João: «O que é que vocês foram ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? 8 O que vocês foram ver? Um homem vestido com roupas finas? Mas aqueles que vestem roupas finas moram em palácios de reis. 9 Então, o que é que vocês foram ver? Um profeta? Eu lhes afirmo que sim: alguém que é mais do que um profeta. 10 É de João que a Escritura diz: ‘Eis que eu envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o teu caminho diante de ti’. 11 Eu garanto a vocês: de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino do Céu é maior do que ele. -PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 11, 2 – 11
Mateus 11, 2 – 11
No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia
"Reflexão da Palavra"
És tu aquele que há de vir?
A primeira e a segunda leitura de hoje, do Profeta Isaías e do apóstolo Tiago, coincidem na mensagem: vale a pena esperar, é preciso esperar, devemos esperar, porque nosso Deus está por chegar, ele mesmo vem em pessoa e traz o julgamento. É preciso ter paciência, porque é iminente sua chegada, ele já está à porta.
Não duvidemos de que esta forma de propor a esperança, de vivê-la e de transmiti-la, foi útil e muito eficaz para muitas gerações anteriores a nós, porém tampouco duvidamos de que hoje em dia essa proposta já não poderia servir.
Este motivo, aduzido classicamente para fundamentar a esperança, de que Alguém vem, alguém vai irromper apocalipticamente em nossa vida, inclusive com iminência, e de que nossa esperança consiste em “esperar” (e espera, não de esperança) sua chegada hoje já não é plausível.
Esse esquema conceitual, segundo o qual Deus anunciou que volta, em uma segunda vinda, que selará o final do mundo, e que nós estamos em um tempo intermediário, incerto e ameaçado pela espada pendente (de Dámocles) dessa surpresa que chegará como a visita de um ladrão, foi uma imagem poderosa, que prendeu a atenção de muitas gerações, porém que hoje começa a não funcionar.
Aquelas gerações tinham uma compreensão do mundo fundamentalmente religiosa, inserida nas coordenadas da descrição do mundo que as próprias religiões haviam elaborado: um mundo que consistia essencialmente em um “plano de Deus” para colocar uma prova ao ser humano e levá-lo para outra vida, melhor ou pior, segundo o merecimento, premio ou castigo.
Dentro desse “pequeno mundo”, dentro dessa cosmovisão religiosa que ocupou por milênios o imaginário de nossos antepassados, funcionava ao falar de uma segunda vinda, da prova que Deus nos submete, da ameaça que supõe a possível surpresa de Deus que vem e que irrompe no mundo para finalizá-lo e inaugurar outro eón, o dos prêmios e castigos.
Esse imaginário religioso (tradicional, antiqüíssimo, milenário...) está se esgotando, desaparecendo com as gerações mais velhas, desvanecendo-se e perdendo vivacidade e plausibilidade nas gerações médias e sendo rejeitada nas gerações jovens, nas quais não chega a ter acolhida.
O novo imaginário ou cosmovisão, que muitos estamos adquirindo, fundamentado na nova imagem que a cosmologia e o conjunto atual das ciências nos oferecem, já não cabe conceber a realidade tão “antropocentricamente” como para pensar que tudo consiste e tudo se reduz a um “plano que Deus traçou para provar o ser humano”.
Ao ser humano atual não lhe é plausível uma espiritualidade que o coloca no centro do cosmos, e que este cosmos “foi criado simplesmente para servir de cenário ao drama humano de sua salvação ultraterrana”. E não lhe é plausível tampouco que o mistério tão respeitável do além seja associado com, e colocado a serviço da ameaça de castigo nem da promessa de prêmios.
É possível ser cristão sem ter que adotar estas imagens que hoje sentimos como não incorporadas à nossa cosmovisão? Sem, é possível, desde que estejamos dispostos a purificar nossa esperança e mais amplamente nossa cosmovisão global – daquelas imagens próprias de um tempo que já não é o nosso.
Realmente, o que importa é o conteúdo profundo, a experiência espiritual, a dimensão de esperança (neste caso), não o suporte de categorias, esquemas mentais, cosmovisões apocalípticas ou esquemas de concepção do tempo dos que lançaram mão os nossos antepassados. O cristianismo, ao longo da história, já abandonou muitas imagens que em seu tempo foram comuns, mas que logo se obscureceram, e que finalmente se tornaram inaceitáveis para nós (de algumas das quais hoje inclusive nos envergonhamos).
Nos últimos tempos, o predomínio do pensamento estático, o suposto a-historicismo e a negação do caráter evolutivo de tudo, nos fez pensar que não podemos mudar nada, que devemos crer ao pé da letra o que expressaram nossos antepassados, mesmo sem remontar a viver sua experiência profunda, porém com liberdade e criatividade, mas que nada pode ser inovado.
Porém, a mesma história está aí para demonstrar o contrário para quem saiba e queira ver. E também está aí o presente: são muitos já, de fato, os cristãos que “crêem de outra maneira”.
O evangelho de Mateus apresenta a chamada “prova messiânica”. João, o Batista, do cárcere manda emissários para perguntar a Jesus se ele é o esperado ou se devem esperar outro. Jesus não responde com provas teológicas, nem com citações bíblicas apologéticas, ou com dogmas ou doutrinas, mas remete aos fatos, que podem ser “vistos e ouvidos”: “os cegos vêem, os inválidos andam, os leprosos ficam limpos e aos pobres se lhes anuncia o Evangelho, a Boa Notícia”.
Esses “fatos”, essas boas notícias, são a prova de identidade do Messias, o Christós, ou seja, “cristãos”. Somente se nossa vida produz esses mesmos fatos, somente se somos “boa notícia para os pobres”, somente então estaremos sendo seguidores daquele Messias, do Christós, ou seja, estaremos sendo “cristãos”.
Não esqueçamos que hoje é a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, tão latino-americana e mexicaníssima. Boa ocasião para ler algo do muito que foi escrito sobre essa “mensagem guadalupana” que ainda hoje continua cativando os especialistas.
Não duvidemos de que esta forma de propor a esperança, de vivê-la e de transmiti-la, foi útil e muito eficaz para muitas gerações anteriores a nós, porém tampouco duvidamos de que hoje em dia essa proposta já não poderia servir.
Este motivo, aduzido classicamente para fundamentar a esperança, de que Alguém vem, alguém vai irromper apocalipticamente em nossa vida, inclusive com iminência, e de que nossa esperança consiste em “esperar” (e espera, não de esperança) sua chegada hoje já não é plausível.
Esse esquema conceitual, segundo o qual Deus anunciou que volta, em uma segunda vinda, que selará o final do mundo, e que nós estamos em um tempo intermediário, incerto e ameaçado pela espada pendente (de Dámocles) dessa surpresa que chegará como a visita de um ladrão, foi uma imagem poderosa, que prendeu a atenção de muitas gerações, porém que hoje começa a não funcionar.
Aquelas gerações tinham uma compreensão do mundo fundamentalmente religiosa, inserida nas coordenadas da descrição do mundo que as próprias religiões haviam elaborado: um mundo que consistia essencialmente em um “plano de Deus” para colocar uma prova ao ser humano e levá-lo para outra vida, melhor ou pior, segundo o merecimento, premio ou castigo.
Dentro desse “pequeno mundo”, dentro dessa cosmovisão religiosa que ocupou por milênios o imaginário de nossos antepassados, funcionava ao falar de uma segunda vinda, da prova que Deus nos submete, da ameaça que supõe a possível surpresa de Deus que vem e que irrompe no mundo para finalizá-lo e inaugurar outro eón, o dos prêmios e castigos.
Esse imaginário religioso (tradicional, antiqüíssimo, milenário...) está se esgotando, desaparecendo com as gerações mais velhas, desvanecendo-se e perdendo vivacidade e plausibilidade nas gerações médias e sendo rejeitada nas gerações jovens, nas quais não chega a ter acolhida.
O novo imaginário ou cosmovisão, que muitos estamos adquirindo, fundamentado na nova imagem que a cosmologia e o conjunto atual das ciências nos oferecem, já não cabe conceber a realidade tão “antropocentricamente” como para pensar que tudo consiste e tudo se reduz a um “plano que Deus traçou para provar o ser humano”.
Ao ser humano atual não lhe é plausível uma espiritualidade que o coloca no centro do cosmos, e que este cosmos “foi criado simplesmente para servir de cenário ao drama humano de sua salvação ultraterrana”. E não lhe é plausível tampouco que o mistério tão respeitável do além seja associado com, e colocado a serviço da ameaça de castigo nem da promessa de prêmios.
É possível ser cristão sem ter que adotar estas imagens que hoje sentimos como não incorporadas à nossa cosmovisão? Sem, é possível, desde que estejamos dispostos a purificar nossa esperança e mais amplamente nossa cosmovisão global – daquelas imagens próprias de um tempo que já não é o nosso.
Realmente, o que importa é o conteúdo profundo, a experiência espiritual, a dimensão de esperança (neste caso), não o suporte de categorias, esquemas mentais, cosmovisões apocalípticas ou esquemas de concepção do tempo dos que lançaram mão os nossos antepassados. O cristianismo, ao longo da história, já abandonou muitas imagens que em seu tempo foram comuns, mas que logo se obscureceram, e que finalmente se tornaram inaceitáveis para nós (de algumas das quais hoje inclusive nos envergonhamos).
Nos últimos tempos, o predomínio do pensamento estático, o suposto a-historicismo e a negação do caráter evolutivo de tudo, nos fez pensar que não podemos mudar nada, que devemos crer ao pé da letra o que expressaram nossos antepassados, mesmo sem remontar a viver sua experiência profunda, porém com liberdade e criatividade, mas que nada pode ser inovado.
Porém, a mesma história está aí para demonstrar o contrário para quem saiba e queira ver. E também está aí o presente: são muitos já, de fato, os cristãos que “crêem de outra maneira”.
O evangelho de Mateus apresenta a chamada “prova messiânica”. João, o Batista, do cárcere manda emissários para perguntar a Jesus se ele é o esperado ou se devem esperar outro. Jesus não responde com provas teológicas, nem com citações bíblicas apologéticas, ou com dogmas ou doutrinas, mas remete aos fatos, que podem ser “vistos e ouvidos”: “os cegos vêem, os inválidos andam, os leprosos ficam limpos e aos pobres se lhes anuncia o Evangelho, a Boa Notícia”.
Esses “fatos”, essas boas notícias, são a prova de identidade do Messias, o Christós, ou seja, “cristãos”. Somente se nossa vida produz esses mesmos fatos, somente se somos “boa notícia para os pobres”, somente então estaremos sendo seguidores daquele Messias, do Christós, ou seja, estaremos sendo “cristãos”.
Não esqueçamos que hoje é a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, tão latino-americana e mexicaníssima. Boa ocasião para ler algo do muito que foi escrito sobre essa “mensagem guadalupana” que ainda hoje continua cativando os especialistas.
Oração Final
Pai Santo, para bem compreender a missão de evangelizar, à medida que nos aproximamos da celebração da festa do Natal, nós te pedimos que aumente nossa esperança, para que nunca desistamos do esforço por criar um mundo no qual o amor seja possível. Nós discípulos missionários leves, alegres, confiantes no poder da Tua Graça te pedimos por Jesus de Nazaré, teu filho e irmão nosso, cujo nascimento ansiamos por celebrar. Amém...
domingo, 5 de dezembro de 2010
DIA DO SENHOR: II DOMINGO DO ADVENTO..
INVOCAÇÕES Espìrito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.
Hoje é domingo, 05 de dezembro de 2010
Tema do Dia
ARREPENDEI-VOS, POIS ESTÁ PRÓXIMO O REINODOS CÉUS!
Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
II Domingo do advento
(roxo,creio,prefácio do Advento I - II semana do saltério)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do livro do profeta Isaías, - Naqueles dias, 1 Do tronco de Jessé sairá um ramo, um broto nascerá de suas raízes. 2 Sobre ele pousará o espírito de Javé: espírito de sabedoria e inteligência, espírito de conselho e fortaleza, espírito de conhecimento e temor de Javé. 3 A sua inspiração estará no temor de Javé. Ele não julgará pelas aparências, nem dará a sentença só por ouvir. 4 Ele julgará os fracos com justiça, dará sentenças retas aos pobres da terra. Ele ferirá o violento com o cetro de sua boca, e matará o ímpio com o sopro de seus lábios. 5 A justiça é a correia de sua cintura, é a fidelidade que lhe aperta os rins. 6 O lobo será hóspede do cordeiro, a pantera se deitará ao lado do cabrito; o bezerro e o leãozinho pastarão juntos, e um menino os guiará; 7 pastarão juntos o urso e a vaca, e suas crias ficarão deitadas lado a lado, e o leão comerá capim como o boi. 8 O bebê brincará no buraco da cobra venenosa, a criancinha enfiará a mão no esconderijo da serpente. 9 Ninguém agirá mal nem provocará destruição em meu monte santo, pois a terra estará cheia do conhecimento de Javé, como as águas enchem o mar. 10 Nesse dia, a raiz de Jessé se erguerá como bandeira para os povos; para ela correrão as nações, e a sua moradia será gloriosa. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 11,1 –10
Meu encontro com DeusMinha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 71(72) 1 - 2. 7 - 8. 12 - 13. 17 (R. 7)
REFRÃO: Que em seus dias floresça a justiça, e a paz abunde eternamente!
1. Ó Deus, confia o teu julgamento ao rei e a tua justiça ao filho do rei. Que ele governe teu povo com justiça, e teus pobres conforme o direito. –R.
2. Que em seus dias floresça a justiça e muita paz até o fim das luas. Que ele domine de mar a mar, do Grande Rio até os confins da terra. –R.
3. Porque ele liberta o indigente que clama e o pobre que não tem protetor. Ele tem compaixão do fraco e do indigente, e salva a vida dos indigentes. –R.
4. Que seu nome permaneça para sempre, e sua fama dure como o sol: que ele seja a bênção para todos os povos, e todas as raças da terra o proclamem feliz! –R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!
Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.
Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja, que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da carta de São Paulo aos Romanos Naqueles dias, 4 Ora, tudo isso que foi escrito antes de nós foi escrito para a nossa instrução, para que, em virtude da perseverança e consolação que as Escrituras nos dão, conservemos a esperança. 5 O Deus da perseverança e da consolação conceda que vocês tenham os mesmos sentimentos uns com os outros, a exemplo de Jesus Cristo. 6 E assim vocês, juntos e a uma só voz, dêem glória ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. 7 Acolham-se uns aos outros, como Cristo acolheu vocês, para a glória de Deus. 8 Digo a vocês que Cristo se tornou servidor dos judeus em vista da fidelidade de Deus, a fim de cumprir as promessas feitas aos patriarcas. 9 As nações pagãs, porém, dão glória a Deus por causa da misericórdia dele, conforme diz a Escritura: «Por isso eu te celebrarei entre as nações pagãs e cantarei hinos ao teu nome.» Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Romanos 15, 4 – 9
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus - 1 Naqueles dias, apareceu João Batista, pregando no deserto da Judéia: 2 «Convertam-se, porque o Reino do Céu está próximo.» 3 João foi anunciado pelo profeta Isaías, que disse: «Esta é a voz daquele que grita no deserto: Preparem o caminho do Senhor, endireitem suas estradas!» 4 João usava roupa feita de pêlos de camelo, e cinto de couro na cintura; comia gafanhotos e mel silvestre. 5 Os moradores de Jerusalém, de toda a Judéia, e de todos os lugares em volta do rio Jordão, iam ao encontro de João. 6 Confessavam os próprios pecados, e João os batizava no rio Jordão. 7 Quando viu muitos fariseus e saduceus vindo para o batismo, João disse-lhes: «Raça de cobras venenosas, quem lhes ensinou a fugir da ira que vai chegar? 8 Façam coisas que provem que vocês se converteram. 9 Não pensem que basta dizer: ‘Abraão é nosso pai’. Porque eu lhes digo: até destas pedras Deus pode fazer nascer filhos de Abraão. 10 O machado já está posto na raiz das árvores. E toda árvore que não der bom fruto, será cortada e jogada no fogo. 11 Eu batizo vocês com água para a conversão. Mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. E eu não sou digno nem de tirar-lhe as sandálias. Ele é quem batizará vocês com o Espírito Santo e com fogo. 12 Ele terá na mão uma pá: vai limpar sua eira, e recolher seu trigo no celeiro; mas a palha ele vai queimar no fogo que não se apaga.» PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 3,1 – 12
No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia
"Reflexão da Palavra"
Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus.
A primeira leitura de Isaias é um desses textos preciosos do profeta, e até mesmo dos profetas bíblicos em geral, pois “descreve”a utopia bíblica. Por definição, a u-topia “não tem um lugar”, não é possível encontrá-la, pois ela não se concretizou em nenhum lugar concreto, ela não existe... e nesse sentido tampouco pode ser descrita como ela é. Porém, se falamos da utopia – e se sonhamos com ela – é porque ela tem alguma forma de existência. Não existe concretamente... “mas”. Como dizia Ernest Bloch, não somente existe o que é, mas o que ainda não é.
Não é, mas pode ser, quer ser e como podemos comprovar de tantas maneiras, luta por chegar a ser.
O pensamento utópico é um componente essencial do judeucristianismo. Não o é de outras religiões, incluídas as grandes religiões. Não há somente um tipo de religiosidade. Podemos encontrar varias corrente nas religiões (neolíticas, dos últimos cinco mil anos). Umas experimentam o sagrado, sobretudo na consciência (pensamento silencioso, na experiência da iluminação, da não dualidade), outras o experimentam na natureza, na experiência cósmica.
As religiões abraâmicas, por sua parte, experimentam o sagrado na história, através do chamado de uma Utopia de Amor-Justiça.
É a essência (o DNA) de nossa religião. Tudo o mais (doutrina, moral, liturgia, instituição eclesiástica...) se sema, reveste completa... porém a essência da religiosidade abraâmica é essa força da experiência espiritual, mediante o chamado da Utopia do Amor-Justiça. E por ser “amor-justiça”, obviamente, sempre estará do lado dos pobres, dos “injustiçados”, em qualquer nível ou tipo de injustiça (econômica, cultural, racial, de gênero...).
Os profetas, Isaias no caso da leitura de hoje, “descreve” a Utopia, ou “conta o sonho” que o anima: um mundo amorizado, fraterno, sem injustiça, sem injustiçados, em harmonia, inclusive com a natureza. A Utopia, em Israel, foi tomando o nome de “reinado de Deus”: quando Deus reina, o mundo se transforma, a injustiça se converte em justiça, o pecado em perdão, o ódio em amor, as relações humanas desfeitas se recompõem em uma rede de amor e solidariedade.
O conhecido estribilho do canto do Salmo 71 o expressa magistralmente “Teu Reino é Verdade, teu Reino é Justiça, teu Reino é Paz, teu Reino é Graça, teu Reino é Amor”. Onde Deus está presente e “reina”, isto é, onde se fazem as coisas “como Deus manda”, aí há Vida, Verdade, Justiça, Paz, Graça e Amor. Por isso é preciso clamar com o estribilho, cantando desse salmo: “Venha a nós o teu Reino, Senhor”. Não há sonho nem utopia maior, ainda que distante”.
O advento é, por antonomásia, o tempo litúrgico da esperança. E a esperança é a “virtude” (a virtus, a força) da Utopia, a força que a Utopia provoca, cria em nós para esperar contra toda a esperança. Advento é, por isso um tempo adequado para refletir sobre esta dimensão utópica essencial do cristianismo, e um tempo para examinar se com o passar do tempo nosso cristianismo talvez tenha esquecido sua essência, talvez se tenha arranchado, tanto na utopia como na esperança.
O evangelho de Mateus apresenta João Batista pedindo a seus coetâneos a conversão, “porque o reinado de Deus (“dos céus, dirá Mateus com um pudor reverencial judeu, está próximo”.
Naqueles tempos de mentalidade apocalíptica, a tendencia a imaginar futuras irrupções do céu ou do inferno servia para mover as massas. Hoje, com uma visão radicalmente distinta sobre a plausibilidade de tais expectativas apocalípticas, a argumentação de João Batista já não serve, ao contrário, apresenta-se como inacreditável para a maior parte dos nossos contemporâneos.
Não é que tenhamos que mudar (que tenhamos que nos converter) “porque o reinado de Deus está próximo”, mas exatamente ao contrário: o Reino de Deus pode estar próximo porque (e na medida em que) decidimos mudar a nós mesmos (a converter-nos) e com isso mudamos o mundo... Já não estamos em tempo de apocalipse (uma irrupção vida de fora e de cima), mas de práxis histórica (uma transformação vinda de baixo e de dentro).
O reinado de Deus – a Utopia – por assim dizer com uma linguagem mais ampla – não é nem pode ser objeto de “espera” (algo que vai acontecer à margem de nossa vida), mas de “esperança” (a desinência “ança” expressa esse matiz de atividade endógina), isto é, dessa atitude que consiste em “desejar provocando”, desejar ardentemente uma realidade, mesmo que “u-topica”, procurando fazê-la “tópica”, presente no “topos”, no lugar, aqui e agora, na Terra presente, no céu futuro.
Insistimos: outras religiosidades , por outra experiência do sagrado – e isso não é mau, é muito bom, e é nossa a pluriformidade da religiosidade – porém a vivencia espiritual especificamente cristã é esta esperança ativa histórico-utópica. Neste Advento poderíamos fazer disto um matéria de reflexão e exame.
Por certo, a segunda leitura, da carta aos romanos, coincide curiosamente com este mesmo enfoque essencial: “Todas as antigas Escrituras foram escritas para o nosso ensinamento, de tal modo que entre nossa paciência e o consolo que dão as Escrituras, mantenhamos a esperança”, manter a “esperança”, manter essa tensão de compromisso histórico-utópico é o objetivo das Escrituras (por certo, “de todas as Escrituras”, não somente da Bíblia...).
Isto é: as Escrituras foram escritas para isso, não para fins piedosos, para fins estritamente transcendentes ou sobrenaturais, mas “para que mantenhamos em nós a esperança”, portanto, par que nos comprometamos na história, para que encontremos o divino no humano, o Futuro absoluto no futuro histórico. Qualquer utilização bíblica que nos encerre na mesma Bíblia, nos separa da vida e nos faz esquecer o compromisso histórico de construir apaixonadamente a Utopia nesta terra, será um uso distorcido – ou até mesmo perverso – da Bíblia.
ORAÇÃO COMUNITARIA
Ó Deus, Pai e Mãe, que nos entregas todo o amor; faze que nossas palavras e nossas obras mostrem sempre nossa disposição ao amor e à reconciliação; afasta de nós toda atitude de discórdia, egoísmo e violência e faze que o encontro que hoje celebramos nos fortaleça na construção da Utopia do “outro mundo possível” que tu nos ajudas a criar. Isto te pedimos por Jesus de Nazaré, teu filho, irmão maior nosso. Amém
Oração Final
Pai Santo, queremos ser discípulos missionários, terra boa e dar frutos para o Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que o seu sálario seja aceito por todos nós a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que nos ajudes na sua partilha com os irmãos. Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso Senhor, na unidade do Espírito Santo.
Repouse ó Santo Espírito em minha alma, e conduze-me com o fogo do vosso amor!
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