sábado, 29 de janeiro de 2011

IV SEMANA DO TEMPO COMUM: DOMINGO DIA DO SENHOR!!!

INVOCAÇÕES Alma de Cristo santificai-me. Coração de Cristo vivificai-me. Corpo de Cristo salvai-me. Sangue de Cristo inebriai-me. Água do lado de Cristo lavai-me. Paixão de Cristo confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 30 de janeiro de 2011

Tema do Dia

FELIZES OS POBRES EM ESPÍRITO, PORQUE DELES É O REINO DO CÉU!

Oração
Eu seguro minha mão na sua, uno meu coração ao seu,
Para que juntos, possamos fazer aquilo que sozinho não consigo.
Conceda-me Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que podem e Sabedoria para distinguir uma das outras. Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!

IV SEMANA DO TEMPO COMUM
(cor verde - ofício do dia )

Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura do livro do Profeta Sofonias - 3 Procurem a Javé, como todos os pobres da terra que obedecem aos seus mandamentos; procurem a justiça, procurem a pobreza. Quem sabe, assim, vocês acharão um refúgio no dia da ira de Javé. 12 Deixarei em você um povo pobre e fraco, um resto de Israel que se refugiará no nome de Javé. 13 Não praticarão mais a injustiça, nem contarão mentiras; não se encontrará mais em suas bocas uma língua mentirosa. Eles poderão pastorear e repousar, e ninguém os incomodará. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Sofonias 2, 3; 3,12 – 13

Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.

Salmo responsorial: 145(146), 7. 8 – 9. 9 - 10 (R. Mt5, 3)
REFRÃO: Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

1. O Senhor é fiel para sempre que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor livra os cativos; - R.

2. o Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor ergue os abatidos; o Senhor ama os justos. O Senhor protege os peregrinos, ampara o órfão e a viúva; mas entrava os desígnios dos pecadores. - R.

3. O Senhor protege os peregrinos, ampara o órfão e a viúva; mas entrava os desígnios dos pecadores. O Senhor reinará eternamente; ó Sião, teu Deus é rei por toda a eternidade. - R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.

Hoje eu vou experimentar e viver a fortaleza em minha vida!!!

Ó Espírito Santo, concedei-me o dom da Fortaleza, para dar conta de cumprir a minha missão a cada dia, sobretudo, suportando as adversidades e desafios que surgem em minha caminhada.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios - 26 Portanto, irmãos, vocês que receberam o chamado de Deus, vejam bem quem são vocês: entre vocês não há muitos intelectuais, nem muitos poderosos, nem muitos de alta sociedade. 27 Mas, Deus escolheu o que é loucura no mundo, para confundir os sábios; e Deus escolheu o que é fraqueza no mundo, para confundir o que é forte. 28 E aquilo que o mundo despreza, acha vil e diz que não tem valor, isso Deus escolheu para destruir o que o mundo pensa que é importante. 29 Desse modo, nenhuma criatura pode se orgulhar na presença de Deus. 30 Ora, é por iniciativa de Deus que vocês existem em Jesus Cristo, o qual se tornou para nós sabedoria que vem de Deus, justiça, santificação e libertação, 31 a fim de que, como diz a Escritura: «Aquele que se gloria, que se glorie no Senhor». -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1corintios 1, 26 – 31

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.

O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus, 1 Jesus viu as multidões, subiu à montanha e sentou-se. Os discípulos se aproximaram, 2 e Jesus começou a ensiná-los: 3 «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu. 4 Felizes os aflitos, porque serão consolados. 5 Felizes os mansos, porque possuirão a terra. 6 Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 Felizes os que são misericordiosos, porque encontrarão misericórdia. 8 Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. 9 Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. 10 Felizes os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu. 11 Felizes vocês, se forem insultados e perseguidos, e se disserem todo tipo de calúnia contra vocês, por causa de mim. 12 Fiquem alegres e contentes, porque será grande para vocês a recompensa no céu. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vocês.» - PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 5, 1 – 12

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia.

"Reflexão da Palavra"

Bem-aventurados os pobres em espírito.
O “Sermão da Montanha” é um dos sermões mais famosos e recordados de Jesus. Aqui nos fixaremos na sua introdução, mais conhecida como “As Bem-aventuranças”, porque o sermão é muito mais longo, vai até 7,29 onde conclui dizendo que as pessoas ficaram admiradas ao ouvir sua doutrina “porque lhes ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas”.
Por que este ensinamento de Jesus causou admiração? Vejamos de perto as Bem-aventuranças e busquemos uma resposta.
1. “... deles é o reino deles céus”
O reino de Deus (“dos céus” é o já conhecido círculo vicioso para evitar “pronunciar o nome de Deus em vão”) é dos pobres em espírito e dos perseguidos por causa da justiça. São aqueles que não põem sua fé, sua confiança e sua esperança nos bens materiais, mas por sua vez são perseguidos porque lutam pela justiça. As duas condições são indispensáveis para que Deus reine. A primeira condição é renunciar a riqueza e a ambição de riqueza. Esta condição é a porta de entrada para o reino de Deus, porque elimina a raiz da injustiça, do acúmulo, de êxito individual, da falta de solidariedade e do domínio sobre outras pessoas e sobre a natureza. A segunda condição favorece a construção de novas relações entre os seres humanos capazes de fazê-las mais simples e mais fáceis, mas ao mesmo tempo, motivo suficiente de perseguição por parte daqueles que se sentem ameaçados por tal transformação.
2. “... possuirá em herança a terra, serão consolados, serão saciados”
Três promessas de Deus para passar de uma situação negativa a outra positiva: da opressão à liberação, do sofrimento ao consolo, da injustiça à justiça. O reino de Deus abre um horizonte de vida e de esperança para a humanidade pobre e oprimida. Acende uma luz no meio da escuridão. Insiste na possibilidade de uma vida digna e agradável a ser alcançada por aqueles que não desfrutam hoje dela. Vale a pena, em meio das adversidades, atrever-se a sonhar com “outro mundo possível”. Sair da opressão é possível. Sair da submissão é possível. Alcançar a justiça ambicionada é possível. Abrir este horizonte de possibilidades constitui uma boa nova quando precisamente todo horizonte para a justiça foi fechado. Ver uma alternativa de vida digna para todas e para todos, abre caminhos de superação e de luta.
3. “… os misericordiosos, os puros de coração, os que promovem a paz”
É as atitudes e os objetivos que movem o trabalho para tornar realidade uma nova humanidade. São os traços próprios da comunidade de seguidores e seguidoras de Jesus. Só que estas atitudes e traços vêm como conseqüência da renúncia à riqueza e à ambição de riqueza, e de pôr toda a vida no trabalho por causa da justiça. Ao mesmo tempo são os traços da humanidade nova que tanto ambicionamos e que já podemos ver nas pessoas e as comunidades que se esforçam por ser misericordiosas, para terem um coração puro, e se esforçam por buscar incansavelmente a paz. Este é o principal programa de vida da comunidade dos discípulos: contribuir com a criação de um mundo justo, solidário e feliz. Aqueles que vivem a misericórdia experimentam a misericórdia de Deus. Esses alcançam possuem a pureza do coração, pois já têm Deus em suas vidas. Os que trabalham pela paz experimentam a Deus como Mãe e como Pai. Esta maneira de ser, de sentir e de agir é condição necessária para testemunhar.
4. “... da mesma maneira perseguiram os profetas”
A comunidade cristã que assume o estilo de vida que as bem-aventuranças propõem, cria conflito com a sociedade que vive outro estilo de vida. A comunidade dos discípulos a que se refere as bem-aventuranças se converte em moléstia e ameaça para a sociedade. Seu testemunho de vida, suas atividades, sua espiritualidade mina os cimentos onde a sociedade injusta se edifica. Não é de estranhar então as injúrias, as perseguições, as calúnias que tentam enfraquecer, confundir e destruir a comunidade fiel. Em meio às hostilidades a comunidade está chamada a resistir, a vencer a angústia e o desespero. A alegria e o regozijo em Deus será a fonte da coragem, da resistência e da esperança. É o testemunho dos profetas presente nas comunidades que vivem intensamente o discipulado.
5. “... bem-aventuradas, bem-aventurados”
A que “bem-aventuranças” se opõem estas bem-aventuranças? Por que esta insistência de Jesus em afirmar as bem-aventuranças? Frente às bem-aventuranças (ou melhor, o “êxito”) que a sociedade injusta e não solidária promete, Jesus proclama oito vezes onde se encontra e quais são as bem-aventuranças do reino de Deus. A verdadeira felicidade se encontra numa sociedade justa, misericordiosa, pacífica. A sociedade injusta oferece felicidade no egoísmo, o êxito pessoal, o acúmulo. O reino de Deus oferece felicidade no amor, na sinceridade, na simplicidade. A sociedade injusta às custas da infelicidade da maioria, cria a felicidade da minoria. A proposta de Jesus no sermão da montanha é a de eliminar toda opressão e toda injustiça procurando a felicidade e a vida em abundância para todas e para todos.
A mesma lógica proposta por Mateus, é a que Paulo relembra à comunidade de Corinto, onde a força de Deus se concretiza em pessoas que não são fortes nem sábias na consideração da opinião comum, mas que sabem concretizar a presença de Cristo, força e sabedoria de Deus, para que “aquele que é orgulhoso, seja orgulhoso no Senhor”.
Para a revisão de vida
As Bem-aventuranças não são uma teoria, nem mesmo “o programa” que Jesus propõe, mas uma das melhores descrições daquilo que Jesus foi e viveu. Acontece o mesmo comigo? Acaso as bem-aventuranças descrevem a minha vida? Ou, desgraçadamente minha vida é pautada pelo mau-aventuranças (Lc 6, 24-26)?
Para a reunião de grupo
- Quem foi aquele “resto de Israel”, os “anawin”, os pobres de espírito? O que é ser “pobre de espírito?
- Na comunidade de Paulo os pobres foram congregados… Como estão os pobres em nossas comunidades: presentes ou ausentes, contentes ou descontentes, como sujeitos ou como objetos, como protagonistas ou calados e deixando-se guiar?
- “Bem-aventurados os pobres de espírito” é uma das frases do evangelho que mais deu o que falar. Se, segundo Mateus, Jesus falou de “pobres em espírito” no “sermão da montanha”, e segundo Lucas falou de “pobres” (simplesmente) no mesmo sermão (mas que foi pronunciado “numa planície”, Lc 6,17), a quem daremos crédito? “Pobres”, ou “pobres de espírito”? Ou são dois conceitos complementares? Como, em quê?
- Ellacuría dizia que a melhor tradução de “pobres de espírito” hoje seria “pobres com espírito”... Comentar isso.
- Para o tratamento do tema de “Os pobres de Javé” pode servir o folheto bíblico de igual título, de Albert GÉLIN, que se pode encontrar em http://servicioskoinonia.org/biblioteca/biblica.
- Lucas nos transmite as bem-aventuranças complementando-as com as “maldições”. É bom este contraste? O que ele acrescenta?
Para a oração dos fiéis
- Para que no mundo sempre exista este “resto de Israel”, pessoas humildes e simples que com fé em Deus mantenham firme os valores do amor e da esperança, - roguemos ao Senhor:
- Por todas as comunidades cristãs onde se reúnem e participam os mais pobres, para que nunca a Igreja os decepcione, - roguemos ao Senhor:
- Para que a Igreja se examine olhando constantemente no espelho das bem-aventuranças, - roguemos ao Senhor:
- Pelos que se consideram “pobres de espírito”, mas muito distantes da pobreza e dos pobres, para que o Senhor lhes faça ver que este não foi o caminho que Ele seguiu, - roguemos ao Senhor:
- Para que nossa eucaristia dominical seja sempre um espaço privilegiado de oração e de encontro comunitário, - roguemos ao Senhor:
- Para que o evangelho das bem-aventuranças nos faça realmente “ditosos” e demos testemunho de que verdadeiramente o Evangelho é “boa notícia”, - roguemos ao Senhor:
Oração comunitária
Deus, Pai e Mãe universal, que por meio de Jesus e de tantos outros Mestres espirituais que suscitastes na história, manifestastes ao nosso mundo o caminho da felicidade, da bem-aventurança, fazei com que nossa vida religiosa seja sempre uma ajuda para alcançar a felicidade que esperais de nós, e à qual nos chamais e impulsionais, para que contribuamos eficazmente para a paz e a felicidade do mundo. Nós vos pedimos por Jesus, vosso Filho e nosso irmão. Amém.

Oração Final
Pai Santo, nós Te damos graças pelo dom maior que nos ofereceste – o Teu Filho Amado. Ele viveu fazendo o Bem e mostrou, na Cruz, que a morte é apenas a passagem para a Ressurreição. Ensinou-nos, que vida e morte, assumidas pelo Reino, são o caminho da liberdade dos Teus Filhos. Pai querido, que Jesus inspire a nossa caminhada, de dissípulos missionários. Por Cristo nosso Senhor. Amém

Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!

sábado, 22 de janeiro de 2011

III SEMANA TEMPO COMUM; DOMINDO DIA DO SENHOR...

INVOCAÇÕE Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 23 de janeiro de 2011

Tema do Dia

E ELES ABANDONARAM A BARCA E O SEGUIU JESUS!

Oração
Eu seguro minha mão na sua, uno meu coração ao seu, Para que juntos, possamos fazer aquilo que sozinho não consigo. Conceda-me Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que podem e Sabedoria para distinguir uma das outras. Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
III DOMINGO DO TEMPO COMUM
(cor verde - ofício do dia)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura do livro do Profeta Isaías - 23 Não haverá saída para a terra angustiada. No passado, ele humilhou a terra de Zabulon e Neftali; mas, no futuro, tornará glorioso o caminho do mar, o Além-Jordão e o território das nações. 1 O povo que andava nas trevas viu uma grande luz, e uma luz brilhou para os que habitavam um país tenebroso. 2 Multiplicaste o povo, aumentaste o seu prazer. Vão alegrar-se diante de ti, como na alegria da colheita, como no prazer dos que repartem despojos de guerra. 3 Porque, como no dia de Madiã, quebraste a canga de suas cargas, a vara que batia em suas costas e o bastão do capataz de trabalhos forçados. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaias 8, 23 - 9. 3
Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 26(27), 1. 4. 13 - 14 (R. 1a.c)
REFRÃO: O Senhor é minha luz e salvação. O Senhor é a proteção da minha vida!

1. De Davi. O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem temerei? O Senhor é o protetor de minha vida, de quem terei medo? - R.

2. Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário. - R.

3. Sei que verei os benefícios do Senhor na terra dos vivos! Espera no Senhor e sê forte! Fortifique-se o teu coração e espera no Senhor! - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o conselho em minha vida!!!

Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Conselho, tão necessário nos melindrosos passos da vida, para que escolha sempre aquilo que mais Vos seja do agrado, e siga em tudo, Vossa divina graça e saiba socorrer meu próximo com bons conselhos.
Segunda leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios -10 Eu lhes peço, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo mantenham-se de acordo uns com os outros, para que não haja divisões. Sejam estreitamente unidos no mesmo espírito e no mesmo modo de pensar. 11 Meus irmãos, alguns da casa de Cloé me informaram que entre vocês existem brigas. 12 Eu me explico. É que uns dizem: «Eu sou de Paulo!» E outros: «Eu sou de Apolo!» E outros mais: «Eu sou de Pedro!» Outros ainda: «Eu sou de Cristo!» 13 Será que Cristo está dividido? Será que Paulo foi crucificado em favor de vocês? Ou será que vocês foram batizados em nome de Paulo? 17 De fato, Cristo não me enviou para batizar, mas para anunciar o Evangelho, sem recorrer à sabedoria da linguagem, a fim de que não se torne inútil a cruz de Cristo. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1corintios 1, 10 - 13. 17

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus, 12 Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galiléia. 13 Deixou Nazaré, e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galiléia, nos confins de Zabulon e Neftali, 14 para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15 «Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galiléia dos que não são judeus! “16 O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e uma luz brilhou para os que viviam na região escura da morte.» 17 Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: «Convertam-se, porque o Reino do Céu está próximo.» 18 Jesus andava a beira do mar da Galiléia, quando viu dois irmãos: Simão, também chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam jogando a rede no mar, pois eram pescadores. 19 Jesus disse para eles: «Sigam-me, e eu farei de vocês pescadores de homens.» 20 Eles deixaram imediatamente as redes, e seguiram a Jesus. 21 Indo mais adiante, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca com seu pai Zebedeu, consertando as redes. E Jesus os chamou. 22 Eles deixaram imediatamente a barca e o pai, e seguiram a Jesus. 23 Jesus andava por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando a Boa Notícia do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo. - PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 4, 12 – 23

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste dia.
"Reflexão da Palavra"
E eles abandonaram a barca e o seguiram
É do conhecimento de todos que a liturgia católica carece de uma reforma substancial e a necessidade de reordenar a escolha dos textos segundo novos critérios. A incorporação da segunda leitura à temática unitária (em vez de se apoiar em sua temática própria), e a possibilidade de que sejam vários os ordenamentos litúrgicos dos textos, segundo objetivos e necessidades distintas a serem escolhidas segundo variáveis diversas, seriam outras tantas possibilidades.
Entretanto, é bom saber que a liturgia não “é” assim, mas que a temos assim, à espera que chegue um momento mais propício para reativar as tantas coisas que na igreja católica estão paradas ou em hibernação à espera de outra conjuntura.
A primeira leitura parece ter sido escolhida estritamente por coincidir com a terceira leitura por causa da alusão geográfica (zona de Zabulon e Neftali), zona limítrofe de Israel na qual Jesus veio se estabelecer. A segunda, como sempre acontece, vai por seus caminhos próprios, sendo puramente aleatório que alguma vez encaixe com a mensagem das outras duas.
Podemos dizer que o evangelho de hoje, dada a altura à qual estamos no ano litúrgico, corresponde à vida de Jesus, seguindo um critério simplesmente cronológico: o início de sua atividade pública, quando sua missão de pregador do Reino decola e atinge a plenitude.
São muitos os detalhes que merecem comentário neste evangelho. Jesus começa sua atividade tomando como referencia os sinais dos tempos. Ao menos o evangelista faz notar que Jesus não começa sua missão sem mais e nem a seu bel prazer, somente entra em cena ao saber que João Batista havia sido encarcerado.
Jesus reage ante os fatos da história que o rodeiam. Não cumpre uma missão previamente programada e que deveria ser levada a termo com indiferença, não importando o que acontecesse.
Jesus “foi viver” em Cafarnaum. Alguns exegetas (Nolan, por exemplo) fazem notar que “se estabeleceu” ali e que, provavelmente, ao citar como sendo “sua casa”, não seria a casa de Pedro e sim a de Jesus. Não se pode falar com segurança, mas não é improvável. Uma dúvida sobre essa imagem tão usual de um Jesus evangelizador itinerante.
O conteúdo do que seria a “primeira pregação” de Jesus, ou ainda melhor, a tônica dominante da pregação de Jesus: a vinda do Reinado de Deus, como boa notícia que convida a mudança. Hoje já sabido pelas crianças da catequese paroquial, quando há quarenta anos o ignoravam todos os cristãos adultos, inclusive os pregadores: que o centro da pregação de Jesus foi o “Reinado de Deus”, um conceito que beira à escatologia, ou seja, que Jesus não foi um pregador doutrinal teórico, nem um mestre da sabedoria religiosa, nem asceta, mas um profeta dominado pela urgência de uma paixão, a paixão pelo Reinado de Deus que ele acreditava iminente.
Não era somente um anúncio, e sim uma co-moção: Jesus anunciava para provocar a mudança, para animar a esperança na mudança que Deus mesmo estava a ponto de fazer acontecer. Por isso, seu anuncio era para a conversão: “mudem sua vida e seu coração porque o reino dos céus está próximo”, na tradução da Bíblia Latino-americana.
Aqui detectamos uma dupla direção: é preciso mudar (converter-se) “porque” chega o Reinado Deus e, também, é preciso mudar “para que” venha, para tornar possível que venha, porque na mudança já acontece esse Reinado... São as duas dimensões: ativa e passiva, receptiva e provocativa, de contemplação e de luta sem unilateralismos.
O caráter concreto de práxis que Jesus adota, não é a de ele mesmo ser o transformador da sociedade, com suas próprias práticas, não é a de enfrentar diretamente a tarefa, mas a de comprometer o outros, de convencer a outros para somar à tarefa e para isso, dedicar-se a desbloquear a mentes, a iluminar os corações, abrir a visão dos demais para que possam ser incorporados à transformação da sociedade.
Pode-se dizer que Jesus, mais que uma prática, assume uma prática teórica e simbólica. Ele não se faz médico nem se dedica a curar os enfermos, porém dedica-se a dar a Boa Notícia, ainda que em sua pregação a cura esteja sempre presente como “signo” de cura: “pregava e curava”. Teoria e prática: Jesus exercia a tarefa de abridor de mentes, iluminador de corações, gerador de esperança, transmissor de energias.
Nessa linha de pensamento, pode-se salientar ainda melhor o fato de ter convertido os seus amigos mais achegados em “pescadores de pessoas” (e não “de homens”), o que ele mesmo estava sendo. Querer estender o cristianismo a todo o mundo e fazer tábua rasa das demais religiões são um pensamento que já não tem lugar em uma visão à altura dos tempos atuais.
O ser realmente “evangelizador” apaixonado pela Utopia do Reino (utopia que não é inimiga das demais religiões nem pretende impor nenhuma cultura), continua tendo pleno sentido. Muitos detalhes, muitos temas, em um evangelho simples, porém com muito conteúdo.
Oração Final
Pai Santo, que assumiste a nossa humanidade na encarnação de Teu Filho amado, dá-nos sabedoria e força para que também nós nos tornemos discípulos missionários. Um povos que sofrem fome no mundo ou que estejam sedentos de justiça, de paz e de verdade. Deus, que dá a vida em abundância por meio de seu Filho, permita que todos os povos possam satisfazer suas necessidades e avancem para a comunhão fraterna de amizade e solidariedade. Contigo, revelando aos discípulos missionários irmãos à luz interior do Teu Espírito que habita em nós; Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!

domingo, 16 de janeiro de 2011

II SEMANA DO TEMPO COMUM: DOMINGO DIA DO SENHOR

INVOCAÇÕES Espírito de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 16 de janeiro de 2011

Tema do Dia

EIS O CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRA O PECADO DO MUNDO!

Oração
Eu seguro minha mão na sua, uno meu coração ao seu,
Para que juntos, possamos fazer aquilo que sozinho não consigo.
Conceda-me Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que podem e Sabedoria para distinguir uma das outras. Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!

II DOMINGO DO TEMPO COMUM
(cor verde - ofício do dia)

Primeira Leitura
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.


Leitura do livro do Profeta Isaías - 3 Ele me disse: «Você é o meu servo, Israel, e eu me orgulho de você». 5 Agora fala Javé, que desde o ventre me formou para ser o seu servo, para eu lhe trazer de volta Jacó e reunir Israel para ele. (Serei glorificado aos olhos de Javé; Deus é a minha força.) 6 Ele diz: «É muito pouco você tornar-se o meu servo, só para reerguer as tribos de Jacó, só para trazer de volta os sobreviventes de Israel. Faço de você uma luz para as nações, para que a minha salvação chegue até os confins da terra». - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 49, 3. 5 – 6


Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.


Salmo responsorial: 39(40), 2 e 4ab. 7 - 8a. 8b- 9. 10 (R 8a e 9a)
REFRÃO: Eu disse: Eis que venho, Senhor, com prazer faço a vossa vontade!

1. Esperei no Senhor com toda a confiança. Ele se inclinou para mim, ouviu meus brados. Pôs-me nos lábios um novo cântico, um hino à glória de nosso Deus. - R.

2. Não vos comprazeis em nenhum sacrifício, em nenhuma oferenda, mas me abristes os ouvidos: não desejais holocausto nem vítima de expiação. - R.

3. Então eu disse: Eis que eu venho. No rolo do livro está escrito de mim: fazer vossa vontade, meu Deus, é o que me agrada, porque vossa lei está no íntimo de meu coração. - R.

4. Anunciei a justiça na grande assembléia, não cerrei os meus lábios, Senhores bem o sabem. - R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.


Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!


Ó Espírito Santo, concedei-me o dom da Sabedoria, a fim de que cada vez mais aprecie as coisas divinas e, abrasado pelo fogo do Vosso amor, prefira com alegria as coisas do céu a tudo que é mundano e me una para sempre a Cristo, se entregando neste mundo por Seu amor.


Segunda leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.


Leitura Do Início da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios -1 Paulo, apóstolo de Jesus Cristo por vontade e chamado de Deus, e o irmão Sóstenes, 2 à igreja de Deus que está em Corinto. Dirigimo-nos àqueles que foram santificados em Jesus Cristo e chamados a ser santos, juntamente com todos os que invocam em todo lugar o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. 3 Graça e paz a vocês da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1corintios 1, 1 - 3

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós. Pois Deus olhou para ele e lhe concedeu a missão de expressar a toda a criação o seu desejo mais profundo: salvar a todos sem exceção.


O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João Naquele tempo, 29 No dia seguinte, João viu Jesus, que se aproximava dele. E disse: «Eis o Cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo. 30 Este é aquele de quem eu falei: ‘Depois de mim vem um homem que passou na minha frente, porque existia antes de mim’. 31 Eu também não o conhecia. Mas vim batizar com água, a fim de que ele se manifeste a Israel.» 32 E João testemunhou: «Eu vi o Espírito descer do céu, como uma pomba, e pousar sobre ele. 33 Eu também não o conhecia. Aquele que me enviou para batizar com água foi ele quem me disse: ‘Aquele sobre quem você vir o Espírito descer e pousar, esse é quem batiza com o Espírito Santo’. 34 E eu vi, e dou testemunho de que este é o Filho de Deus.» - PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
João 1, 29 - 34

No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia.


"Reflexão da Palavra"

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

As leituras deste domingo têm como eixo transversal o convite de Deus a toda a humanidade a assumir como próprio o projeto do Reino, de projetar, em liberdade e sinceridade, uma maneira nova de ser homem e mulher, de ser criação e sociedade. O texto da primeira leitura faz parte do segundo Cântico do Servo (Is 49,1—50,7), nele há uma identidade do povo de Israel como o servidor de Deus.
Este Israel mencionado aqui não representa a totalidade do povo de Deus, mas sim, talvez, se refira àquela pequenina comunidade de crentes, desterrada na Babilônia, a esse grupo reduzido que mantém viva a esperança e a fé. Esse grupo que, apesar de estar longe de sua terra, mantém sua confiança que Javé, trará a salvação a todo o povo de Israel e ao mundo inteiro, pois Deus colocou seus olhos nele e assinalou a missão a todo o povo de Israel e ao mundo inteiro, pois Deus olhou para ele e lhe concedeu a missão de expressar a toda a criação o seu desejo mais profundo: salvar a todos sem exceção.
O autor do cântico assinala uma grande diferença quanto à compreensão da salvação prometida por Javé; sendo o tempo do exílio, o profeta anuncia uma salvação para todas as nações, não unicamente para o povo de Israel.
Paulo inicia sua carta confirmando a universalidade do Reino de Deus; expressando que a mensagem de salvação é para todos os que, em qualquer lugar e tempo invocam o nome de Jesus Cristo. Contudo, pela maneira solene que Paulo escreve (à Igreja de Deus em Corinto), pode-se afirmar que o apóstolo está se referindo à única e universal igreja de Cristo, que se faz historicamente presente nos cristãos da comunidade de Corinto.
Isto é, ainda que Paulo tenha escrito de amaneira particular a uma comunidade, sua mensagem ultrapassa os limites do espaço e do tempo, adquirindo em todo momento atualidade e relevância, pois é uma Palavra dirigia à humanidade inteira. Homens e mulheres recebem a graça de ser filhos de Deus, por meio de Jesus; fomos consagrados por Deus para realizar em nossas vida a “vocação santa”, que em nossa linguagem corresponderia à “missão” de tornar presente, aqui e agora, o reino de Deus: fazer deste mundo um lugar mais justo e solidário, menos violento, destruidor, mais livre e fraterno.
Quem assume como modo normal de vida este horizonte libertador, está invocando o nome de Jesus. O evangelho de João manifesta a universalidade da salvação de Deus por meio da vida e missão de Jesus de Nazaré, visto este como cordeiro de Deus, que se sacrifica, se entrega obedientemente à vontade do Pai para salvar da morte (do pecado) a toda a Humanidade.
Jesus é o enviado do Pai, o ungido pelo Espírito de Deus, o servidor de Javé de que fala o Profeta Isaías (49,3) que tem como especial missão estabelecer no mundo a justiça do reino. É quem verdadeiramente traz a salvação de Deus à humanidade. João Batista já havia compreendido sua própria missão e a missão de Jesus.
Por tal razão o profeta do deserto diz que atrás dele vem um que é mais importante do que ele, pois o que vem é o Messias, Palavra nova de Deus para o mundo. O Batista reconhece Jesus como o Filho de Deus, por isso dá testemunho dele. E o faz com as imagens daquele tempo, imagens que há muito tempo ficaram sem base e que até perderam sua inteligibilidade.
Falar de Cordeiro de Deus, sacrificado, que expia nossos pecados, que tira o pecado do mundo com seu sangue, que nos "redime” é falar em categorias que somente podemos conhecer pelo estudo histórico-bíblico, por cultura especializada religiosa, porém que não podemos captar “por sentido comum”, por uma vivencia que se respira através do subconsciente coletivo social, como normalmente são captadas as boas imagens, as imagens que estão vivas.
Algumas imagens já morreram, ainda que continuem sendo lidas ou repetidas. Uma tarefa pendente da comunidade que crê hoje é testemunhar esse encontro profundo com Jesus com metáforas novas, para que expressem e comuniquem esse encontro. Será essa a forma de se poderá concretizar uma vida fundada na entrega e no amor, na justiça e na comunhão com a Natureza.


Oração Final

Pai Santo, para bem compreender a missão de evangelizar que nos deste, o amor e a paz como os únicos caminhos que podem conduzir à construção de uma nova humanidade. Ponhamos em suas mãos todas as nossas vidas, necessidades familiares e da comunidade eclesial, com o fim de que nos dê a sensibilidade necessária para sabermos perceber seu agir no mundo e nos comprometermos com seu projeto. Juntemos nossos esforços para derrubar todos os muros que nos dividem e impedem a fraternidade e a solidariedade. Faze-nos discípulos missionários leves, alegres, confiantes no poder da Tua Graça e nas promessas de Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, que Contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém...


Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!

domingo, 9 de janeiro de 2011

LEITURA DIÁRIA SAGRADA ESCRITURA!!!

INVOCAÇÕES Alma de Cristo, santificai-me. Coração de Cristo, vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.

Hoje é domingo, 09 de janeiro de 2011

Tema do Dia

EIS MEU FILHO MUITO AMADO, EM QUEM PONHO MEU AGRADO!

Oração

Eu seguro minha mão na sua, uno meu coração ao seu, Para que juntos, possamos fazer aquilo que sozinho não consigo. Conceda-me Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que podem e Sabedoria para distinguir uma das outras. Por Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!


BATISMO DO SENHOR!
EIS MEU FILHO MUITO AMADO, EM QUEM PONHO MEU AGRADO


Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.


Leitura do livro do Profeta Isaías - 1 Vejam o meu servo, a quem eu sustento: ele é o meu escolhido, nele tenho o meu agrado. Eu coloquei sobre ele o meu espírito, para que promova o direito entre as nações. 2 Ele não gritará nem clamará, nem fará ouvir a sua voz na praça. 3 Não quebrará a cana que já está rachada, nem apagará o pavio que está para se apagar. Promoverá fielmente o direito; 4 não desanimará, nem se abaterá, até implantar o direito na terra e a lei que as ilhas esperam. 6 «Eu, Javé, chamei você para a justiça, tomei-o pela mão, e lhe dei forma, e o coloquei como aliança de um povo e luz para as nações. 7 Para você abrir os olhos dos cegos, para tirar os presos da cadeia, e do cárcere os que vivem no escuro. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Isaías 42, 1 - 4. 6 – 7


Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.


Salmo responsorial: 28(29), 1 - 2. 3 - 4. 9 – 10 (R.11b)
REFRÃO: Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

1. Filhos de Deus aclamem ao Senhor, aclamem a glória e o poder do Senhor. Aclamem a glória do nome do Senhor, adorem ao Senhor no seu átrio sagrado! -R.

2. A voz do Senhor sobre as águas, o Deus da glória troveja, Senhor sobre as águas torrenciais. A voz do Senhor com poder, a voz do Senhor no esplendor! -R.

A voz do Senhor retorce os carvalhos e descasca as florestas. E no seu Templo, um só grito: «Glória!» Senhor se assenta sobre o dilúvio. Senhor assentou-se. É rei para sempre! -R.

Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.


Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!

Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.

Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.


Leitura Dos Atos dos Apóstolos; 34 Pedro então começou a falar: «De fato, estou compreendendo que Deus não faz diferença entre as pessoas. 35 Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, seja qual for a nação a que pertença. 36 Deus enviou sua palavra aos israelitas, e lhes anunciou a Boa Notícia da paz por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. 37 Vocês sabem o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galiléia, depois do batismo pregado por João. 38 Eu me refiro a Jesus de Nazaré: Deus o ungiu com o Espírito Santo e com poder. E Jesus andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo diabo; porque Deus estava com Jesus. -Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Atos dos Apóstolos 10, 34 – 38

Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.


O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus Naquele tempo, 13 Jesus foi da Galiléia para o rio Jordão, a fim de se encontrar com João, e ser batizado por ele. 14 Mas João procurava impedi-lo, dizendo: «Sou eu que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim?» 15 Jesus, porém, lhe respondeu: «Por enquanto deixe como está! Porque devemos cumprir toda a justiça.» E João concordou. 16 Depois de ser batizado, Jesus logo saiu da água. Então o céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e pousando sobre ele. 17 E do céu veio uma voz, dizendo: «Este é o meu Filho amado, que muito me agrada.» -PALAVRA DA SALVAÇÃO! GLÓRIA A VOZ SENHOR.
Mateus 3, 13 – 17


No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia

"Reflexão da Palavra"

Eis meu filho muito amado, em quem ponho meu agrado.


Hoje, como comunidade de pessoas que acreditam, celebramos o batismo de Jesus e, junto com ele, nosso batismo. Assim, pois, as leituras deste dia nos oferecem três elementos que identificam o verdadeiro batismo do Senhor. Um primeiro elemento nós o encontramos no texto de Isaías, que nos fala da atitude do servo de Deus; este foi chamado e assistido pelo Espírito para levar a termo uma especial missão no povo de Israel: tornar presente com sua vida a atitude mesma de Deus para com a humanidade, isto é, evidenciar que Deus instaura sua justiça e sua luz por meio da debilidade do ser humano.
Portanto, a tarefa de todo batizado é testemunhar que Deus está agindo em sua vida, sinal de que sua maneira de existir no meio da comunidade, deve ser uma existência que promova solidariedade e justiça para com os mais necessitados, pois neles Deus age e salva; neles se faz presente a libertação querida por Deus.
O segundo elemento está presente no relato dos Atos dos Apóstolos. A intenção central deste relato é afirmar que a mensagem de salvação, vivida e anunciada por Jesus de Nazaré, é para todos, sem exceção. A única exigência para participar da obra de Deus é iniciar um processo de mudança (respeitar a Deus e praticar a justiça), que consiste em abrir-se para Deus e abandonar toda classe de egoísmo para poder ir, em total liberdade, ao encontro do outro, pois é no outro onde se manifesta Deus.
A exemplo de Jesus, todo batizado tem o dever de passar pela vida “fazendo o bem”; tem a tarefa constante de mudar de vida, de despojar-se de todo interesse egoísta para ser testemunha da salvação.
O evangelho de Mateus desenvolve o terceiro elemento que identifica o verdadeiro batismo: A obediencia à vontade de Deus. “A justiça plena” à qual se refere Jesus no diálogo com João Batista, manifesta a íntima relação existente entre o Filho de Deus e o projeto do Pai.
Isto significa que o bstismo é a plenitude da justiça de Deus, já que as atitudes e comportamentos de Jesus têm a finalidade de fazer a vontade de Deus. Essa obediência e abertura à ação de Deus, afirmam sua condição de filho; é filho porque obedece e se identifica com o Pai.
Essa identidade de Jesus com o Pai (ser Filho de Deus) confirmam os fatos do batismo: O céu se abre, desce o Espírito Santo e uma voz comunica que Jesus é Filho predileto de Deus. É “filho” à maneira do servo sofredor de Isaías (Is 42, 1): filho obediente que se encarna na historia e participa completamente da realidade humana. O batismo, em conseqüência, provoca e mostra a atitude de toda a pessoa aberta à divindade e à vontade de Deus.
Resumindo, é normal que o cristão se sinta chamado a ser filho, identificado em tudo com o Pai. Quem se crê assim, procura, com seu agir, tornar presente a justiça e o amor de Deus. Pena que na atualidade o batismo tenha sido restrito a um mero rito religioso, desligado da vida e da experiência de fé da pessoa que crê.
O cristão precisa lembrar que o batismo é o fato fundamental do ser cristão, pois ele nos faz participar da vida, ainda que passando pela morte, mas alcançando a ressurreição com Cristo. Em síntese, o batismo significa a entrega generosa a Deus e aos irmãos, a exemplo do próprio Cristo.


Oração Final

Pai Santo, para bem compreender a missão de evangelizar que nos deste, livra-nos de dúvidas do egoísmo, da ambição, da insegurança e da idolatria do dinheiro. Faze-nos discípulos missionários leves, alegres, confiantes no poder da Tua Graça e nas promessas de Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, que Contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém...


Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!