sábado, 21 de maio de 2011
ANIVERSÁRIO PADRE CLAUDENIR.
FESTA DE ANIVERSÁRIO DO PADRE CLAUDENIR. PÁROCO DA ´PARÓQUIA SÃO MATEUS APÓSTOLO
domingo, 15 de maio de 2011
IV DOMINGO DA PÁSCOA: DIA DO SENHOR; CRISTO RESSUSCITOU.
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| JESUS É O BOM PASTOR |
INVOCAÇÃO Espírito de Cristo santifique-me. Coração de Cristo vivificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Nas VOSSAS chagas, escondei-me. Não permitais que me separe de vós. Do inimigo maligno defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me, ir para vós, Para que vos louve com vossos Santos. Por todos os séculos dos séculos. Amem.
Hoje é domingo, 15 de maio de 2011
Tema do Dia
EU SOU A PORTA DAS OVELHAS!
Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!IV DA PÁSCOA
(branco, glória, creio - IV semana do saltério)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura dos Atos dos Apóstolos - Naqueles dias, 14 Então Pedro, que aí estava com os outros onze apóstolos, levantou-se e falou em voz alta: «Homens da Judéia e todos vocês que se encontram em Jerusalém! Compreendam o que está acontecendo e prestem atenção nas minhas palavras: 36 Que todo o povo de Israel fique sabendo com certeza que Deus tornou Senhor e Cristo aquele Jesus que vocês crucificaram.» 37 Quando ouviram isso, todos ficaram de coração aflito e perguntaram a Pedro e aos outros discípulos: «Irmãos, o que devemos fazer?» 38 Pedro respondeu: «Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perdão dos pecados; depois vocês receberão do Pai o dom do Espírito Santo. 39 Pois a promessa é em favor de vocês e de seus filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar.» 40 Com muitas outras palavras, Pedro lhes dava testemunho e exortava, dizendo: «Salvem-se dessa gente corrompida.» 41 Os que acolheram a palavra de Pedro receberam o batismo. E nesse dia uniram-se a eles cerca de três mil pessoas. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Atos dos Apóstolos 2, 14a. 36 – 41
Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 22(23), 1 – 2. 3 – 4. 5 – 6 (R.1)
REFRÃO: O Senhor é o pastor que me conduz; para as águas repousastes me encaminha!
1. Salmo de Davi. O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. - R.
2. Restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo. - R.
3. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias. - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!
Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.
Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da primeira carta de São Pedro - 20 Que mérito haveria em suportar com paciência, se vocês fossem esbofeteados por terem agido errado? Pelo contrário, se vocês são pacientes no sofrimento quando fazem o bem, isto sim é ação louvável diante de Deus. 21 De fato, para isso é que vocês foram chamados, pois Cristo também sofreu por vocês, deixando-lhes exemplo para que sigam os passos dele. 22 Ele não cometeu nenhum e mentira pecado nenhuma foi encontrada em sua boca. 23 Quando insultado, não revidava; ao sofrer, não ameaçava. Antes, depositava sua causa nas mãos daquele que julga com justiça. 24 Sobre o madeiro levou os nossos pecados em seu próprio corpo, a fim de que nós, mortos para nossos pecados, vivêssemos para a justiça. Através dos ferimentos dele é que vocês foram curados, 25, pois estavam desgarrados como ovelhas, mas agora retornaram ao seu Pastor e Guardião. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1pedro 2, 20 - 25
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós.
O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João – Naquele tempo, 1 «Eu garanto a vocês: aquele que não entra pela porta no curral das ovelhas, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. 2 Mas aquele que entra pela porta, é o pastor das ovelhas. 3 O porteiro abre a porta para ele, e as ovelhas ouvem a sua voz; ele chama cada uma de suas ovelhas pelo nome e as conduz para fora. 4 Depois de fazer sair todas as suas ovelhas, ele caminha na frente delas; e as ovelhas o seguem porque conhecem a sua voz. 5 Elas nunca vão seguir um estranho; ao contrário, vão fugir dele, porque elas não conhecem a voz dos estranhos.» 6 Jesus contou-lhes essa parábola, mas eles não entenderam o que Jesus queria dizer. 7 Jesus continuou dizendo: «Eu garanto a vocês: eu sou a porta das ovelhas. 8 Todos os que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os ouviram. 9 Eu sou a porta. Quem entra por mim, será salvo. Entrará, e sairá, e encontrará pastagem. 10 O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância. - Palavra da salvação. Glória a vos Senhor.
João 10, 1 – 10
No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado (a) por sua mensagem ao longo deste dia"Reflexão da Palavra"
Eu sou a porta das ovelhas.
A primeira litura, tomada do livro dos Atos, pertence ao discurso de Pedro, ante o povo reunido em Jerusalém, conforme a afirmação de Pentecostes. Depois de interpretar o fenômeno da diversidade de línguas, através das quais falavam os discípulos, cheiros do Espírito Divino.
Pedro lembra a vida e a obra de Jesus, anuncia o Kerygma, a proclamação solene da Boa Nova do Evangelho: Cristo morreu por nossos pecados, foi sepultado e ao terceiro dia Deus o fez levantar-se da morte libertando-o da corrupção do sepulcro e sentando-o à sua direita, como haviam anunciado os profetas. Trata-se, evidentemente, de uma primeira elaboração teológica do chamado “kerygma”, síntese ou núcleo da pregação.
Logicamente, essa formulação do Kerigma está condicionada por seu contexto social e histórico. Não é por aparecer no Novo Testamento que seja intocável ou ininterpretavel. As palavras, as fórmulas, os elementos mesmos que compõem esse kerigma, hoje podem parecer estranhos, ininteligíveis para nossa mentalidade atual. É normal, mas a comunidade cristã tem o dever de evoluir, de recriar os símbolos.
A fé não é um “depósito” onde se conserva e guarda os ensinamentos, mas uma fonte, um manancial que se mantém idêntico a si mesmo precisamente entregando sempre água nova.
Em muitos países tropicais são quase desconhecidos os rebanhos de ovelhas, cuidadas por seu pastor. Eram e são muito comuns no mundo antigo de toda a costa do Mediterrâneo. Muito provavelmente Jesus foi pastor dos rebanhos das comunas de Nazaret, acompanhou jovens de sua idade a pastorear. Por isso, em sua pregação são abundantes as imagens tomadas dessa prática da vida rural de Palestina.
No evangelho de João a singela parábola sinótica da ovelha perdida (Mt 18,12-14; Lc 15,3-7) se converte em uma bela e longa alegoria na qual Jesus se apresenta como o Bom Pastor, dono do rebanho pelo qual se interessa, não como os ladrões e salteadores que escalam as paredes do redil para matar e roubar.
Ele entra pela porta do redil, o porteiro abre, ele chama as ovelhas a pastar e elas conhecem sua voz. A alegoria chega a um ponto culminante quando Jesus diz ser ele “a porta das ovelhas”, por onde elas entram e saem do redil em busca de pastagens e água abundante. Certamente que na alegoria do rebanho, as ovelhas são os discípulos e os membros da comunidade cristã.
A alegoria do Bom Pastor está inspirada no longo capítulo 34 do profeta Ezequiel no qual há uma reprovação das autoridades judaicas por não saberem pastorear o povo e Deus promete assumir ele mesmo este papel enviando a um descendente de Davi.
A imagem do Bom Pastor teve um êxito notável entre os cristãos que já nos primeiros séculos da igreja representaram a Jesus como Bom Pastor carregando sobre seus ombros um cordeiro ou uma ovelha. Tais representações se conservam nas catacumbas romanas e em numerosos sarcófagos de diferentes procedências.
A imagem sugere a ternura de Cristo e seu amor solícito pelos membros de sua comunidade, seus pastores, inclusive sua entrega até a morte, pois, como diz o evangelho de hoje “o bom pastor dá a vida por suas ovelhas”. A imagem de “ovelhas e pastores” deve ser bem cuidada porque pode justificar a dualidade de classes na Igreja. Esta dualidade não é um temor utópico, senão que já foi uma realidade pesada e dominante.
O Concilio Vaticano I declarou “A Igreja de Cristo não é uma comunidade de iguais, na qual todos os fiéis tem os mesmos direitos, mas uma sociedade de desiguais, não somente porque entre os fieis uns são clérigos e outros são leigos, mas de uma maneira especial, porque na igreja reside o poder que vem de Deus, pelo qual a uns foi dado santificar, ensinar e governar e a outros não” (Constituição sobre a Igreja, 1870). Pio XI, por sua parte, dizia: Ã Igreja é, pela força mesma de sua natureza, uma sociedade desigual.
Compreende duas categorias de pessoas: os pastores e o rebanho, os que estão colocados nos distintos graus da hierarquia e a multidão dos fiéis. E estas categorias, são distintas entre si; somente na hierarquia residem o direito e a autoridade necessários para promover e dirigir a todos os membros ao objetivo da sociedade. “Enquanto a multidão, não tem outro direito que o de deixar-se conduzir e seguir docilmente seus pastores” (Vehementer Nos, 1906).
A verdade é que estas categorias de “pastores e rebanho”, ao longo da historia da Igreja, funcionaram quase sempre – ao menos no segundo milênio – de uma forma hoje inaceitável. É preciso muito cuidado para que nossa forma de utilização dessas categorias não veicule uma justificação inconsciente da divisão de classes na Igreja.
O Concilio Vaticano II propôs uma mudança radical nesse sentido com aquela sua insistência em que mais importante que as diferenças de ministério ou serviço na Igreja é a comum dignidade dos membros do Povo de Deus (o lugar mais simbólico a este respeito é o capítulo segundo da Lumem Gentium do Vaticano II).
Como já é do conhecimento de todos, nas últimas décadas deu-se um retrocesso em direção a uma centralização e falta de democracia. A queixa de que Roma não valoriza a “colegialidade episcopal” é um clamor universal. A prática dos Sínodos episcopais, praticada depois do concilio, foi rebaixada a reuniões meramente consultivas.
As conferencias Episcopais Nacionais, verdadeiro símbolo da renovação conciliar, foram declaradas pelo cardeal Ratzinger, carentes de base teológica. Os conselhos pastorais e os conselhos presbiterais, estabelecidos pela prática pós-conciliar como instrumentos de participação e democratização, quase foram abandonados por falta de ambiente.
A freguesia de uma paróquia ou de uma diocese pode ter somente uma opinião, porém se o pároco ou o bispo pensam ao contrario, não há nada que discutir na atual estrutura canônica clerical e autoritária. “A voz do Povo é a voz de Deus” em todas as partes, menos na Igreja, pois para ela o povo deve pensar que a única voz segura de Deus é a da hierarquia.
Assim a Igreja se converteu – como gosta de falar Hans Kung – na “última monarquia absoluta do Ocidente”. Quem não está de acordo tem como resposta que a Igreja não é uma democracia, e é certo, pois é muito mais que isso: é uma comunidade na qual todos os métodos participativos democráticos deveriam ser colocados em ação ante o exercício efetivo da “comunhão e participação”.
Em semelhante contexto eclesial, pode-se falar ingenuamente do “bom pastor e do rebanho a ele confiado” com toda a inocência e ingenuidade? O Concilio Vaticano II expressou essa verdade com a máxima autoridade: “Devemos ter consciência das diferenças da Igreja e combatê-las com a máxima energia” (Gaudium et Spes 43).
Na Igreja daquele que disse que “ser o primeiro é ser o último e servidor de todos”, em algum sentido, todos somos pastores de todos, todos somos responsáveis e todos podemos contribuir. Não se nega o papel de coordenação e governo. O que se nega é sua sacralização, a teologia que justifica ideologicamente o poder autoritário que não se submete ao discernimento comunitário nem à crítica democrática. A Igreja não é uma democracia, é muito mais que isso; e, menos ainda, pode ser um rebanho.
Na Igreja daquele que disse que “ser o primeiro é ser o último e servidor de todos”, em algum sentido, todos somos pastores de todos, todos somos responsáveis e todos podemos contribuir. Não se nega o papel de coordenação e governo. O que se nega é sua sacralização, a teologia que justifica ideologicamente o poder autoritário que não se submete ao discernimento comunitário nem à crítica democrática. A Igreja não é uma democracia, é muito mais que isso; e, menos ainda, pode ser um rebanho.
Oração Final
Pai Santo, para bem compreender a missão de evangelizar que nos deste, livra-nos de dúvidas do egoísmo, da ambição, da insegurança e da idolatria do dinheiro. Faze-nos discípulos missionários leves, alegres, confiantes no poder da Tua Graça e nas promessas de Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, que Contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém...
Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!
domingo, 8 de maio de 2011
III DOMINGO DA PÁSCOA: DIA DO SENHOR.
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| JESUS E OS DISCÍPULOS |
Hoje é domingo, 08 de maio de 2011
Tema do Dia
RECONHECERAM-NO AO PARTIR O PÃO!
Oração depois da Santa comunhão.
Ó Deus, que este sacramento da caridade nos inflame em vosso amor, e sempre voltados para o vosso Filho, aprendamos a reconhecê-lo em cada irmão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amem!
III DA PÁSCOA
(branco, glória, creio, prefácio da páscoa - III semana do saltério)
Primeira Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura dos Atos dos Apóstolos - Naqueles dias, 14 Então Pedro, que aí estava com os outros onze apóstolos, levantou-se e falou em voz alta: «Homens da Judéia e todos vocês que se encontram em Jerusalém! Compreendam o que está acontecendo e prestem atenção nas minhas palavras: 22 Homens de Israel, escutem estas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem que Deus confirmou entre vocês, realizando por meio dele os milagres, prodígios e sinais que vocês bem conhecem. 23 E Deus, com sua vontade e presciência, permitiu que Jesus lhes fosse entregue, e vocês, através de ímpios, o mataram, pregando-o numa cruz. 24 Deus, porém, ressuscitou Jesus, libertando-o das cadeias da morte, porque não era possível que ela o dominasse. 25 De fato, Davi assim falou a respeito de Jesus: ‘Eu via sempre o Senhor diante de mim, porque ele está à minha direita, para que eu não vacile. 26 Por isso, meu coração se alegra, minha língua exulta e minha carne repousa com esperança. 27 Porque não me abandonarás na região dos mortos, nem permitirás que o teu santo conheça a corrupção. 28 Tu me ensinaste os caminhos da vida, e me encherás de alegria na tua presença. ’ 29 Irmãos, quanto ao patriarca Davi, permitam que eu lhes diga com franqueza: ele morreu, foi sepultado e seu túmulo está entre nós até hoje. 30 Mas, ele era profeta, e sabia que Deus lhe havia jurado solenemente fazer com que um descendente seu lhe sucedesse no trono. 31 Por isso, previu a ressurreição de Cristo e falou: ‘ele não foi abandonado na região dos mortos, e a sua carne não conheceu a corrupção.’ 32 Deus ressuscitou a este Jesus. E nós todos somos testemunhas disso. 33 Ele foi exaltado à direita de Deus, recebeu do Pai o Espírito prometido e o derramou: é o que vocês estão vendo e ouvindo. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
Atos dos Apóstolos 2, 14, 22 – 33
Atos dos Apóstolos 2, 14, 22 – 33
Meu encontro com Deus
Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
Salmo responsorial: 15(16), 1 - 2. 5. 7 – 8. 9 – 10. 11 (R.11) Minha expressão de louvor e gratidão ao Pai pelo dia de hoje.
REFRÃO: Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto de vós felicidade sem limites!
1. Poema de Davi. Guardai-me, ó Deus, porque é em vós que procuro refúgio. Digo a Deus: Sois o meu Senhor, fora de vós não há felicidade para mim. - R.
2. Senhor, vós sois a minha parte de herança e meu cálice; vós tendes nas mãos o meu destino. - R.
3. Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta. Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita; não vacilarei. - R.
4. Por isso meu coração se alegra e minha alma exulta, até meu corpo descansará seguro, porque vós não abandonareis minha alma na habitação dos mortos, nem permitireis que vosso Santo conheça a corrupção. - R.
5. Vós me ensinareis o caminho da vida, há abundância de alegria junto de vós, e delícias eternas à vossa direita. - R.
Penso na existência de Deus, um Deus de amor, sempre aqui, presente. Em profundo silêncio interior, coloco-me na presença de Deus e deixo-me ser conduzido neste momento diário de oração.
Hoje eu vou experimentar e viver o entendimento em minha vida!!!
Ó Espírito Santo, concedei-me o dom do Entendimento, para que, iluminado pela luz celeste da Vossa graça, bem entenda as sublimes verdades da salvação e da doutrina na Santa Religião.
Segunda Leitura:
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
Leio cuidadosamente a Palavra de Deus indicada pela Igreja,
que me ajudará a viver como verdadeiro cristão.
Leitura da primeira carta de São Pedro - 17 Vocês chamam Pai àquele que não faz distinção entre as pessoas, mas que julga cada um segundo as próprias obras. Portanto, comportem-se com temor durante esse tempo em que se acham fora da pátria. 18 Pois vocês sabem que não foi com coisas perecíveis, isto é, com prata nem ouro, que vocês foram resgatados da vida inútil que herdaram dos seus antepassados. 19 Vocês foram resgatados pelo precioso sangue de Cristo, como o de um cordeiro sem defeito e sem mancha. 20 Ele era conhecido antes da fundação do mundo, mas foi manifestado no fim dos tempos por causa de vocês. 21 Por meio dele é que vocês acreditam em Deus, que o ressuscitou dos mortos e lhe deu a glória, de modo que a fé e a esperança de vocês estão em Deus. - Palavra do Senhor. Graças a Deus!
1pedro 1, 17 – 21
Pela verdadeira fé que nos foi revelada, tornamo-nos verdadeiramente livres e herdeiros da promessa; por isso, não há motivo para desunião entre nós. 1pedro 1, 17 – 21
O evangelho do Dia
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Quero estar atento e ouvir o que Deus tem a dizer através do evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas – Naquele tempo, 19 Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: «A paz esteja com vocês.» 20 Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos ficaram contentes por ver o Senhor. 21 Jesus disse de novo para eles: «A paz esteja com vocês. “Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.» 22 Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: «Recebam o Espírito Santo. 23 Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. “Os pecados daqueles que vocês não perdoarem, não serão perdoados.» 24 Tomé, chamado Gêmeo, que era um dos Doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos disseram para ele: «Nós vimos o Senhor.» Tomé disse: «Se eu não vir a marca dos pregos nas mãos de Jesus, se eu não colocar o meu dedo na marca dos pregos, e se eu não colocar a minha mão no lado dele, eu não acreditarei.» 26 Uma semana depois, os discípulos estavam reunidos de novo. Dessa vez, Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: «A paz esteja com vocês.» 27 Depois disse a Tomé: «Estenda aqui o seu dedo e veja as minhas mãos. Estenda a sua mão e toque o meu lado. “Não seja incrédulo, mas tenha fé.» 28 Tomé respondeu a Jesus: «Meu Senhor e meu Deus!» 29 Jesus disse: «Você acreditou porque viu? “Felizes os que acreditaram sem ter visto.» 30 Jesus realizou diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. 31 Estes sinais foram escritos para que vocês acreditem que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, acreditando, vocês tenham a vida em seu nome. - Palavra da salvação. Glória a vos Senhor.
Lucas 24, 13 – 35
No silêncio do meu coração, o que Deus quer me dizer? Escuto, medito e permaneço inspirado(a) por sua mensagem ao longo deste diaLucas 24, 13 – 35
"Reflexão da Palavra"
Reconheceram-no ao partir o pão.
Na primeira leitura de Atos, encontramos Pedro pronunciando sua primeira pregação pós-pascal, dirigida, tanto aos judeus presentes, como a todos os habitantes de Jerusalém. O sermão é do tipo kerigmático, com a apresentação de três aspectos da vida de Jesus, que compõem a profissão de fé mais antiga do cristianismo: um Jesus histórico, confirmado por Deus com milagres, prodígios e sinais; sua morte a mando das autoridades judaicas e, finalmente, sua ressurreição, realizada por Deus para a salvação de toda a humanidade.
Pedro termina seu discurso com um selo de autenticidade: de tudo isto “nós somos testemunhas” (Atos 2,23). Crer em Jesus ressuscitado era reconhecê-lo como Messias, o que, segundo as Escrituras, abria portas para sua segunda vinda e no final dos tempos. Isto explica as atitudes de recolhimento e medo que leva os discípulos a se fecharem à base de chave.
Contudo, Pentecostes muda para sempre as coisas, pois antes do medo do fim do mundo, o Espírito indica que o mundo está apenas no começo e que a Igreja nascente tem o compromisso de contribuir na reconstrução deste mundo com a chave do amor. Assim começou a missão da Igreja, combinando os medos do fim do mundo, a alegria, o otimismo e o compromisso de fazer com que a cada manhã o mundo renasça com mais amor, mais justiça e paz.
A referencia à primeira comunidade cristã nos faz descobrir a importância que a práxis do amor e da solidariedade teve no surgimento do cristianismo. Não foi sem mais uma teoria, mas uma mudança de vida, uma práxis, uma transformação social, o que estava em jogo. Importante ter isso presente, quando tantos pensam que o cristianismo é questão de aceitação intelectual de um pacote de verdades, teorias e dogmas.
Na segunda leitura, o apóstolo Pedro convida a manter a fidelidade a Deus em situação de desterro, exclusão, marginalidade, porque Deus, em um novo Êxodo, nos liberta de uma sociedade submetida a leis injustas e desumanas, que protegem somente quem paga com ouro ou prata. Esta libertação foi assumida por Jesus com o selo de seu próprio sangue, como uma opção de amor, consciente e voluntária, pelos homens e mulheres do mundo inteiro.
O preço que devemos pagar a Jesus por tanto generosidade, não é com ouro e prata, mas dando vida aos irmãos que continuam morrendo, vítimas da injustiça e da desumanização. Isto será realmente “devolver com a mesma moeda”.
No evangelho, os discípulos que não eram do grupo dos onze (v.33) dirigem-se a Emaús. Provavelmente trata-se de um homem e uma mulher, casados, (havia também mulheres discípulas), que retornavam à sua casa, frustrados por causa dos últimos acontecimentos da capital. Enquanto conversavam, Jesus se aproxima e começa a caminhar com eles, pois é o Emanuel. Porém, eles não conseguem reconhecê-lo, seus olhos estavam como que fechados.
Por quê? Porque no fundo ainda tinham a idéia de um messias profeta-nacionalista, que conquistaria o mundo inteiro para ser dominado pelas autoridades de Israel, um messias necessariamente triunfador. Por isso estavam vendo na cruz e na morte do mestre, o fracasso de um projeto no qual haviam posto suas esperanças.
Por quê? Porque no fundo ainda tinham a idéia de um messias profeta-nacionalista, que conquistaria o mundo inteiro para ser dominado pelas autoridades de Israel, um messias necessariamente triunfador. Por isso estavam vendo na cruz e na morte do mestre, o fracasso de um projeto no qual haviam posto suas esperanças.
Serão as Escrituras as primeiras sinais de esperança que Jesus coloca nos olhos do coração dos discípulos, para que possam ver e entender que não é com o triunfalismo messiânico, mas com o sofrimento do servo de Javé que se conquista o Reino de Deus; um sofrimento que não é masoquismo, mas um assumir conscientemente as conseqüências da opção de amar a humanidade, atitude difícil de entender em uma sociedade dominada pelo poder de domínio que mata a quem se interpõe no caminho. Pela vida, até dar a própria vida, é o testemunho de Jesus diante dos seus dois companheiros.
O relato dos discípulos de Emaús é uma peça belíssima, evidentemente teológica, literária. Não é, em absoluto, uma narração ingênua, direta, de um acontecimento, como se fosse um fato jornalístico. É uma composição elaborada, simbólica, que quer transmitir uma mensagem. E como todo símbolo, não leva consigo um manual de explicação, mas permanece “aberto”, isto é, é suscetível de múltiplas interpretações. E a partir de cada novo contexto social, em cada novo momento da historia, os crentes podem confrontar-se com esses símbolos e deles extrair novas lições.
O relato dos discípulos de Emaús é uma peça belíssima, evidentemente teológica, literária. Não é, em absoluto, uma narração ingênua, direta, de um acontecimento, como se fosse um fato jornalístico. É uma composição elaborada, simbólica, que quer transmitir uma mensagem. E como todo símbolo, não leva consigo um manual de explicação, mas permanece “aberto”, isto é, é suscetível de múltiplas interpretações. E a partir de cada novo contexto social, em cada novo momento da historia, os crentes podem confrontar-se com esses símbolos e deles extrair novas lições.
Oração Final
Pai Santo, queremos ser discípulos missionários, terra boa e dar frutos para o Teu Reino de Amor. Nós Te pedimos que o seu sálario seja aceito por todos nós a Palavra de Jesus; que nos ensines a cultivá-la com carinho e dedicação; e que nos ajudes na sua partilha com os irmãos. Pelo mesmo Jesus, Teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém...
Repouse ó Santo Espírito em minha alma,
e conduze-me com o fogo do vosso amor!
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